A FRASE

Não sou como a abelha saqueadora que vai sugar o mel de uma flor, e depois de outra flor. Sou como o negro escaravelho que se enclausura no seio de uma única rosa e vive nela até que ela feche as pétalas sobre ele; e, abafado nesse aperto supremo, morre entre os braços da flor que elegeu. (Roger Martin du Gard)

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Romance Histórico

A paixão de Schopenhauer

GÉNERO - Romance Histórico

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Através da editora Saída de Emergência, Christoph Poschenrieder deixa-nos A paixão de Schopenhauer.

Com pouco menos de trinta anos, Schopenhauer ansiava por ver como é que os filósofos e os letrados iriam reagir às suas ideias - como Hegel abandonaria o seu trono e ele se tornaria reconhecido aos olhos do velho Goethe. No entanto, chegado a Veneza, Schopenhauer é posto à prova mais uma vez. Agora, terá que lidar com um novo conceito: o amor.

Poderá o amor mudar o seu olhar sobre o mundo? Uma viagem emocionante através da filosofia e da fantasia.

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Christoph Poschenrieder

A paixão de Schopenhauer

Saída de Emergência


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O livro de Cale

GÉNERO - Romance Histórico

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Reza a lenda que O Livro de Cale é um repositório de dados genealógicos de insignes portucalenses. Pergaminho amaldiçoado, dá azo a infâmias, lutas e assassinatos.

A folha misteriosa levará Bernardo Mendes a empreender a sua epopeia. Filho de Nuno Mendes, último conde portucalense que desditosamente pereceu na Batalha de Pedroso, em 1071, Bernardo Mendes é obrigado a refugiar-se no Mosteiro de Vallado, onde aprende o ofício de copista e se torna mestre de armas.

Dividido entre o amor de Mafalda, filha do pérfido Mendes Pais, abade de Santo Alberico, e a fidelidade aos monges do mosteiro rival, Bernardo Mendes, cuja história se funde com  a conturbada fundação da nova nação, terá de vingar a morte de Hugo Mendes, seu tio, e revelar os segredos d’O Livro de Cale.

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Carlos Cordeiro

O livro de Cale

Publicações Europa-América


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D. Amélia

GÉNERO - Romance Histórico

 

A rainha D. Amélia não teve uma vida fácil. Além de ter perdido, durante toda a sua vida, os seus familiares directos, acabou, como se sabe, por assistir ao assassinato do marido, o rei D. Carlos.

 

Agora que se acabou de se assinalar um século sobre a Implantação da República, esta obra é uma publicação a não perder.

 

A última rainha de Portugal é, neste romance histórico de Isabel Stilwell, recordada com requinte e detalhe. Através da editora Esfera dos Livros, percebe-se que era – como se disse – uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio.

 

O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor.

 

D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.

 

De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam...  D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança.

 

Apesar de tudo, consta que uma das suas frases que ficou para a história foi: "quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal".

 

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Isabel Stilwell

 

D. Amélia

 

Esfera dos Livros

 


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Morro bem, salvem a pátria!

GÉNERO - Romance Histórico

 

É sempre com grande entusiasmo que recebemos um livro de José Jorge Letria. Ele foi o “padrinho” da revista Livros & Leituras, isto por nos ter concedido a primeira entrevista feita a um escritor. Feita pela jornalista Sílvia Fernandes, directora da L&L, a elegante entrevista foi publicada em Julho de 2009.

 

“Morro Bem, Salvem a Pátria!” é mais um grande obra deste grande escritor. Desta vez, Letria deixa-nos um retrato de Sidónio Pais, um presidente populista amado pelas mulheres e celebrado por Fernando Pessoa.

 

Assassinado à queima-roupa na estação do Rossio, em Lisboa, Sidónio Pais é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais controversas e enigmáticas da História de Portugal.

 

A acção deste livro centra-se no dia da sua morte, recuando aos tempos que precederam o homicídio de Sidónio e prolongando-se até depois do seu desaparecimento.

Mais do que uma reconstituição histórica, trata-se de um texto ficcional, intenso e dramático, no qual, para falar de Sidónio Pais, são convocadas muitas vozes «de Fernando Pessoa a Álvaro de Campos, passando pelo Repórter X» que tentam perceber quem foi o homem, o que sonhou, o que desejou para Portugal, e como o presidente da «República Nova» via o mundo, de que se despediu aos 46 anos.

 

Presidente populista com uma visão autoritária e fortemente personalizada da função máxima do Estado, Sidónio entrou no imaginário popular: para uns, como salvador da pátria; para outros, como um impenitente mulherengo; para outros, ainda, como o “Presidente-Rei”, nas palavras de Pessoa.

 

Assim ganhou a dimensão de mito após a sua morte. Um mito que perdurou e que é resgatado em “Morro Bem, Salvem a Pátria!”. Registadas para sempre por um jornalista inspirado, terão sido essas as últimas palavras de Sidónio?

 

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José Jorge Letria

 

Morro Bem, Salvem a Pátria!

 

Oficina do Livro

 


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A corda de Judas Iscariotes

GÉNERO - Romance Histórico

 

O romance histórico “A Corda de Judas Iscariotes” é uma aventura romanesca alternada em dois tempos distintos, onde a ficção se entrelaça com uma das épocas mais enigmáticas da nossa História.

 

Um encontro cuidado, com personagens incontornáveis dos movimentos messiânicos, sebastianistas e do Quinto Império. Um romance que se constitui num surpreendente prolongamento da obra de Catherine Clément, “A Senhora”. Gracia Nasi, José Nasi, Samuel Usque, Abraão Cardozo, Menassés Ben-Israel, Padre António Vieira, Cosme de Médicis, Sabbatai Zevi, entre outros, são personagens históricas que o autor cruza com assinalável rigor histórico, num diálogo inter-religioso.

 

Duas personagens: José Mendes e Ester Cardozo, ele português, ela judia, residente em Bilderberg, colegas no Instituto Europeu da Universidade de Genebra, no ano de 1982. Uma descoberta das origens e uma emocionante história de amor entre um cristão-novo e uma judia. Um romance diferente, marcadamente simbólico, num claro desafio à imaginação do leitor, na procura do homem do Quinto Império do Mundo.

 

Carlos Maduro nasceu em Vila Real, em 1962. Tirou os cursos de Teologia e de Humanidades, na Universidade Católica. Reside em Santa Maria da Feira, onde exerce a profissão de professor. Paralelamente, tem vindo a dedicar-se à investigação na área da Literatura Portuguesa (Época Barroca).

 

A primeira incursão no texto ficcional deu-se com o livro de contos “Pontes e Portais” (2006). Em 2008, lançou a novela “Quando a Fonte Secou”. No mesmo ano, fez a primeira tentativa na escrita romanesca, tendo concorrido ao Prémio Leya. O romance, “A corda de Judas Iscariotes (O Quinto Império do Mundo)”, agora publicado, foi um dos dois finalistas portugueses.

 

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Carlos Maduro

 

A Corda de Judas Iscariotes

 

Editora Fonte da Palavra


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