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Romance Histórico

Sissi, coragem até ao fim

GÉNERO - Romance Histórico

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O jornal New York Times garante que estamos perante um grande best seller mundial. O romance histórico retrata a história da imperatriz Sissi, uma mulher corajosa que teve de viver no meio da rivalidade, da traição e da tragédia.

Sissi foi imortalizada no cinema por Romy Schneider. Desde então, muitos autores quiseram recordar uma das mulheres mais fortes e desafiadoras de todos os tempos.

A ação parece acelerar em meados do século XIX. Sissi ou Isabel da Áustria-Hungria deixou de ser a menina ingénua e inocente de 15 anos que casou com o imperador Francisco José, mas a mãe do príncipe herdeiro e a mulher do líder de um poderoso império.

Perante um casamento turbulento, minado pelo protocolo, Sissi resolve viajar até à Hungria, onde tinha uma propriedade. Foi aí que conheceu onde Andrássy, por quem se apaixonou.

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Allison Pataki

Sissi, coragem até ao fim

20|20 Editora


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As sombras de D. João II

Avaliação: / 2
FracoBom 

GÉNERO - Romance Histórico

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O livro é muito interessante. Prende o leitor do princípio ao fim. A mim, acompanhou-me durante algumas horas à noite. Neste romance histórico da autoria de Jorge Sousa Correia, em que a ficção se cruza com a realidade, temos como protagonista o rei D. João II.

A história é narrada cronologicamente. A narração é, inicialmente, apresentada em discurso indireto. É aqui que o autor nos apresenta a ascensão de monarca. Família, nascimento, batismo, casamento e até as primeiras influências que o futuro rei teve junto do seu progenitor.

O autor, que se estriou com O mistério do Infante Santo, revela um grande conhecimento da história do Príncipe Perfeito e não só.

O jovem ascendeu ao trono em 1481 e continuou a sua ação na direção dos Descobrimentos da expansão marítima portuguesa iniciada pelo tio-avô Infante D. Henrique. Esta ligação à gesta marítima ficaria marcada pela assinatura do Tratado de Tordesilhas, mas também por outros feitos reveladores da época de ouro de Portugal.


A História de Portugal fala de um rei generoso, as cronologias acertam nos acontecimentos, as intenções mostram-no intrépido, organizado, normativo. Mas no meio de tudo isto, há um homem de lágrima fácil e íntimo cruel, um verdadeiro manancial de sentimentos por decifrar.

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Jorge Sousa Correia

As sombras de D. João II

Clube do autor


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A paixão de Schopenhauer

GÉNERO - Romance Histórico

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Através da editora Saída de Emergência, Christoph Poschenrieder deixa-nos A paixão de Schopenhauer.

Com pouco menos de trinta anos, Schopenhauer ansiava por ver como é que os filósofos e os letrados iriam reagir às suas ideias - como Hegel abandonaria o seu trono e ele se tornaria reconhecido aos olhos do velho Goethe. No entanto, chegado a Veneza, Schopenhauer é posto à prova mais uma vez. Agora, terá que lidar com um novo conceito: o amor.

Poderá o amor mudar o seu olhar sobre o mundo? Uma viagem emocionante através da filosofia e da fantasia.

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Christoph Poschenrieder

A paixão de Schopenhauer

Saída de Emergência


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O livro de Cale

GÉNERO - Romance Histórico

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Reza a lenda que O Livro de Cale é um repositório de dados genealógicos de insignes portucalenses. Pergaminho amaldiçoado, dá azo a infâmias, lutas e assassinatos.

A folha misteriosa levará Bernardo Mendes a empreender a sua epopeia. Filho de Nuno Mendes, último conde portucalense que desditosamente pereceu na Batalha de Pedroso, em 1071, Bernardo Mendes é obrigado a refugiar-se no Mosteiro de Vallado, onde aprende o ofício de copista e se torna mestre de armas.

Dividido entre o amor de Mafalda, filha do pérfido Mendes Pais, abade de Santo Alberico, e a fidelidade aos monges do mosteiro rival, Bernardo Mendes, cuja história se funde com  a conturbada fundação da nova nação, terá de vingar a morte de Hugo Mendes, seu tio, e revelar os segredos d’O Livro de Cale.

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Carlos Cordeiro

O livro de Cale

Publicações Europa-América


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D. Amélia

GÉNERO - Romance Histórico

 

A rainha D. Amélia não teve uma vida fácil. Além de ter perdido, durante toda a sua vida, os seus familiares directos, acabou, como se sabe, por assistir ao assassinato do marido, o rei D. Carlos.

 

Agora que se acabou de se assinalar um século sobre a Implantação da República, esta obra é uma publicação a não perder.

 

A última rainha de Portugal é, neste romance histórico de Isabel Stilwell, recordada com requinte e detalhe. Através da editora Esfera dos Livros, percebe-se que era – como se disse – uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio.

 

O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor.

 

D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.

 

De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam...  D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança.

 

Apesar de tudo, consta que uma das suas frases que ficou para a história foi: "quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal".

 

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Isabel Stilwell

 

D. Amélia

 

Esfera dos Livros

 


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Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil. (Leon Tolstoi)

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