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Por dentro das imagens

G√ČNERO - Cinema

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Uma obra que se divide em duas partes: obras de cinema e ideias de cinema. Duas nuances bastante distintas daquilo que o cinema representa para S√©rgio Dias Branco. Nos dois cap√≠tulos encontramos textos escritos pelo autor para revistas e jornais sobre a tem√°tica cinematogr√°fica. Il postino, Ossos, Morte a Venezia, Strange Days ou New Rose Hotel s√£o apenas algumas das pe√ßas que mereceram a sua an√°lise. Na segunda parte, reflete-se sobre tem√°ticas m√ļltiplas mas intrinsecamente relacionadas com o meio: a solid√£o dos autores, o cinema justo, a banalidade e at√© a evoca√ß√£o do medo. A n√£o perder, Por dentro das imagens, publicado pela Documenta.

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Sérgio Dias Branco

Por dentro das imagens

Documenta


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A escrita do cinema: ensaios

G√ČNERO - Cinema

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Este livro é dedicado a todos aqueles que amam o cinema, designadamente à escrita do cinema.

Os vários autores debruçam-se sobre esta temática de forma muito diversificada. Há textos para todos os gostos.

Como nos recorda a sinopse, ‚Äúos ensaios reunidos neste livro partem do pressuposto de que um olhar teoricamente informado sobre as rela√ß√Ķes entre escrita e cinema ‚Äď e n√£o, atente-se, sobre literatura e cinema‚ÄĚ

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Clara Rowland e José Bértolo (Org.)

A escrita do cinema: ensaios

Documenta


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Temas de cinema: Griffith, Welles, Kubrick

G√ČNERO - Cinema

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David Griffith, Orson Welles e Stanley Kubrick s√£o √ļnicos e nunca se submeteram √†s regras e par√Ęmetros estil√≠sticos que o mercado ou os grandes est√ļdios lhes quiseram impor.

Estes três pilares insubstituíveis da cinematografia mundial, enquanto realizadores, desbravaram novos caminhos para a 7.ª arte e reivindicaram uma liberdade criativa irrestrita, razão pela qual os seus filmes são hoje simultaneamente modernos e clássicos.

Combatendo a uniformização crescente que domina salas de cinema e canais de televisão, e quase impossibilita a exibição de películas anteriores a 1980, o presente livro visa familiarizar o leitor com a obra destes cineastas consagrados.

Nesse sentido, o autor, numa prosa clara e informativa, prop√Ķe-lhe textos cr√≠ticos cujos elementos factuais e achegas ensa√≠sticas v√£o decerto aprofundar o seu conhecimento sobre a 7.¬™ arte e a respetiva intera√ß√£o com os movimentos sociais.

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Lauro António

Temas de cinema: David Griffith, Orson Welles e Stanley Kubrick

Dinalivro


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Eu, Hichkockiano, me confesso

G√ČNERO - Cinema

Houve um dia um amigo de Jos√© Varregoso que o incentivou a criar um blog e come√ßar a escrever para os cibernautas da net e blogueiros da blogosfera. Como acontece com muitos outros espa√ßos, tamb√©m aqui o autor quis dar o seu cunho, criar uma face, uma linha condutora e uma tem√°tica que versasse a maior parte dos conte√ļdos. O seu amor pelo cinema condicionaram-no de imediato, pelo que n√£o hesitou em escrever sobre a 7¬™ arte. Assim nasceu ‚ÄúEu, Hitchcockiano, Me Confesso‚ÄĚ.

Atrav√©s da Chiado Editora, encontramos interessantes textos cheios de suspense. O ponto de partida aconteceu em 2005, mais propriamente no dia 21 de Junho. Era ter√ßa-feira. O autor apresenta-se e explica aos leitores o que pretende abordar. Chama-se a isto a estrutura de uma obra ‚Äď cronologicamente ordenada ‚Äď que viria a nascer mais tarde.

Este livro pode até ser considerado um guia para os cinéfilos. Há cenários, morte e medo. Há opinião e até confissão. Recomenda-se a todos aqueles que gostam de cinema.

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José Varregoso

Eu, Hitchcockiano, Me Confesso

Chiado Editora

 


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A linguagem cinematogr√°fica

G√ČNERO - Cinema

Este √© o segundo livro que a revista Livros & Leituras apresenta sobre cinema. Depois de ‚Äú1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer‚ÄĚ, a L&L volta a este g√©nero com ‚ÄúA Linguagem Cinematogr√°fica‚ÄĚ. O livro, com tradu√ß√£o do medi√°tico Lauro Ant√≥nio e Maria Eduarda Colares, √© uma inicia√ß√£o ao cinema e √† sua est√©tica. A obra n√£o √© nova, a sua primeira edi√ß√£o data de 1955. No entanto, pelo facto de ter esgotado, a Dinalivro disponibiliza-nos novamente o livro, completamente revisto e actualizado.
Não são muitas as obras sobre cinema que são reeditadas, passados quase 55 anos. No entanto, a explicação poderá estar no facto de este livro ser considerado, por muitos especialistas, como uma autêntica gramática da 7ª arte, explica Olivier Barrot, que prefaciou a obra.
Aqui poder√° encontrar assuntos que v√£o desde os caracteres fundamentais da imagem f√≠lmica ao papel do criador da c√Ęmara, passando pelos fen√≥menos sonoros, os di√°logos, a profundidade de campo, o espa√ßo, o tempo, a montagem, os processos narrativos secund√°rios ou as elipses. Destacam-se tamb√©m 30 fotografias comentadas.
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Marcel Martin
A Linguagem Cinematogr√°fica
Dinalivro

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Nada me inspira mais veneração e assombro que um ancião que sabe mudar de opinião. (Santiago Ramón y Cajal, médico espanhol, prémio Nobel da Medicina)

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