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Grandes Clássicos Portugueses

Lusíadas

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões é o mais famoso livro português de todos os tempos. Está traduzido em praticamente todas as línguas.

Publicado em 1572, desde então é falado em todo o mundo. Retrata os factos e os principais feitos da nossa nação.

Esta edição da Guerra & Paz é muito interessante. Ela apresenta-se ao leitor com muitas anotações, o que ajuda a compreender melhor a obra.

Para os professores é, sem margem para qualquer dúvida, um bom instrumento de trabalho sempre que se quer explicar este best seller aos alunos.

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Luís de Camões

Lusíadas

Guerra & Paz


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O Bem e o Mal

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Já o li há muito tempo. Fiquei agora com vontade de relê-lo. O Bem e o Mal de Camilo Castelo Branco surge-nos agora numa nova edição da Opera Omnia. Escrito há 150 anos (1863), o livro já com cerca de 30 edições. Ele transporta-nos para o mundo de um conjunto de personagens decoradas pela pena mágica do Camilo. À semelhança de muitas das suas outras obras, também aqui há relações, amizades, família, amores e intrigas. O final é feliz. Será para todos?

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Camilo Castelo Branco

O Bem e o Mal

Opera Omnia


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Gráfico de vendas com orquídea

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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O maior êxito do escritor Dinis Machado terá sido certamente O que diz Molero, publicado pela primeira vez em 1977 e traduzido já para muitas línguas europeias. Em Gráfico de vendas com orquídea e outras formas de arrumação de conhecimentos encontramos um conjunto de vinte textos, escritos entre as décadas de 70 e 90, seleccionados pelo próprio autor.

A razão para o republicar destes escritos é, muito simplesmente, descrita pelo próprio Dinis Machado: “Publico-os porque, em larga escala, ainda pactuo com eles. São palavras que sei minhas, assim ordenadas, correspondendo a um período alargado de escrever. E, em livro, ficam mais resguardadas.”

Nestas crónicas somos confrontados com o sentido crítico do autor relativamente aos acontecimentos das épocas em que viveu e a alguns dos principais nomes que as povoaram. Para além do seu carácter opinativo, sobressai o espelho dos acontecimentos que marcaram três grandes décadas do século XX.

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Dinis Machado

Gráfico de vendas com orquídea

Quetzal


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Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Nesta obra da Esfera do Caos, encontramos uma crítica política e social ao Portugal contemporâneo. O seu autor é daqueles que acredita, e com toda a legitimidade, nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local. Camilo Mortágua é um dos últimos revolucionários românticos, pelos golpes com que abalou a ditadura de Salazar, como a Operação Dulcineia, o assalto ao avião da TAP em Marrocos e a fundação da LUAR. Ultimamente em trabalhado em projectos de desenvolvimento local, com grupos desprotegidos e comunidades em risco de exclusão.

O título provém de uma moda popular alentejana e serve de moldura ao conjunto de ideias e reflexões sobre os conceitos “rural” e “desenvolvimento”, tão descredibilizados nos últimos tempos, em contexto nacional.

O autor aponta a necessidade de uma estratégia territorial integrada noutras estratégias a nível mais abrangente. Relativamente à crise actual, descreve o processo que nos conduziu ao actual estado de coisas, debruça-se sobre o desequilíbrio entre os vários sectores da actividade económica., reflecte sobre a desertificação do interior do país, a pobreza, a exclusão social, o encerramento das escolas, regressando, em última análise, à questão dos rendimentos das actividades agrícolas.

Esta edição contou com os apoios da Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul, da Associação para as Universidades Rurais Europeias e da vila de Alvito.

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Camilo Mortágua

Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

Esfera do Caos
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O sargento-mor de Vilar

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Estamos perante um dos romances históricos mais marcantes da Literatura Portuguesa do século XIX.

O sargento-mor de Vilar, de Arnaldo Gama, retrata as invasões francesas de 1809, conduzidas pelo general Soult no Norte do país, e a resistência do povo português.

No plano da intriga romanesca, a obra narra os amores atribulados, mas com final feliz, entre Luís Vasques, o jovem fidalgo de Encourados, e Camila de Vilalobos, a filha do Sargento-Mor de Vilar.

Esta obra registou diversas edições ao longo do século XIX e também no século XX. Foi também adaptada a teatro em 1874, por Augusto Garraio, tendo registado um êxito estrondoso.

Esta nova edição surge-nos pela mão da editora Opera Omnia.

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Arnaldo Gama

O sargento-mor de Vilar

Opera Omnia


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