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História

Do Japão para o Alentejo

GÉNERO - História

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A história é verdadeira e aconteceu no século XVI. Nasce da mão do investigador e autor do livro, Tiago Salgueiro, isto depois de alguns anos de pesquisa.

O Paço dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, foi um dos lugares visitados por quatro jovens vindos do Japão no século XVI. Se só por si esta notícia teria tido impacto pelo momento em que ocorreu e por constituir um encontro multicultural no contexto nacional, assume uma outra dimensão, tendo em conta as motivações que estiveram na origem deste facto.

Convertidos ao Cristianismo, os nobres japoneses faziam parte de uma delegação que se dirigia a Roma, para prestar homenagem ao Papa, e que visitou os mais importantes centros de decisão na Europa deste período, entre os anos de 1582 e 1586.

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Tiago Salgueiro

Do Japão para o Alentejo

Chiado Editora


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Utopias em Dói Menor

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GÉNERO - História

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Utopias em Dói Menor é essencialmente um conjunto de conversas transatlânticas. É um diálogo sobre Portugal entre um grande pensador e um entrevistador.

Onésimo Teotónio Almeida e João Marício Brás falam de Portugal, sempre Portugal, algumas questões centrais do nosso passado e certos mitos da nossa cultura são temas de entrada nesta conversa, que se alarga por caminhos transversais onde a questão da modernidade ocupa um lugar proeminente.

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Onésimo Teotónio Almeida e João Marício Brás

Utopias em Dói Menor

Gradiva


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Condições do atraso do povo português

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GÉNERO - História

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Afinal de contas, por que razão estamos assim tão atrasados em relação aos outros países europeus?

Em correspondência à conferência de Antero de Quental em 1871 – Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos – Miguel Soares de Albergaria reconhece um crónico atraso económico português pelo menos desde a Revolução Indus­trial.

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Miguel Soares de Albergaria

Condições do atraso do povo português

Palimpsesto


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1.º de Dezembro

GÉNERO - História

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O fim de alguns feridos veio agitar o país. José Ribeiro e Castro, pela mão da editora Principia, dia defende que acabar com o  1.º de Dezembro seria atacar da pior forma a independência nacional de Portugal: seria feri-la no seu próprio espírito.

O dia em que assinalamos a nossa independência nacional, a data em que festejamos a nossa liberdade como povo liberto do jugo estrangeiro é o dia mais importante da nossa vida coletiva.

Aqui, não somos de esquerda, nem de direita – somos portugueses. Não somos da República, nem da Monarquia – somos por Portugal.

O 1.º de Dezembro a todos une e reúne. O 1.º de Dezembro convoca-nos. (in «Manifesto do 1.º de Dezembro, Dia da Independência Nacional»)

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José Ribeiro e Castro

1.º de Dezembro

Principia
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Histórias do Tejo

GÉNERO - História

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A escrita de Luís Ribeiro é empolgante. Prende o leitor do princípio ao fim de cada linha. O cruzamento de histórias com o Tejo em pano de fundo é fabuloso. O mais interessante é que parece que tudo está interligado, como se as histórias tivessem todas a ver umas com as outras. A verdade é que, causa sempre, nada tem a ver umas coisas com as outras, a não ser, poi claro, o Tejo como denominador comum.

Há aqui mil quilómetros de histórias. A mesma dimensão do maior rio ibérico.

Foi o rio Tejo que criou Lisboa, rodeado de fábulas e mistérios. Acolheu os primeiros agricultores, viu chegar os marinheiros fenícios, os romanos e foi fundamental para a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques. As suas águas assistiram a grandes e sangrentas batalhas navais, revoltas e atentados - nomeadamente em 1910, quando da queda da monarquia, ou na revolução dos Cravos.

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Luís Ribeiro

Histórias do Tejo

Esfera dos Livros


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