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Luís Costa Ribas: "Sou jornalista e não me considero um escritor"

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Um nariz comprido

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Não, não é a história do Pinóquio. E também não é um livro exclusivo para os mais pequenos. Estamos perante uma história – muito bem ilustrada – que pode servir de “lição” para os mais velhos.

Um pobríssimo casal de velhotes, vítima de uma grotesca maldição, aprende a tirar partido do seu próprio problema e acaba por ser protegido e amado pela sua disponibilidade, inteligência e vontade de ajudar.

Realça-se neste conto a importância de valorizar nas Pessoas as suas melhores características, independentemente do seu aspeto físico, idade ou situação socioeconómica.

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Mané Ajuda (textos e ilustrações)

Um nariz comprido

Chiado Editora


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Cultura Avieira

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Conheço o jornalista José Peixe há cerca de três décadas e tenho acompanhado o seu percurso profissional e pessoal com alguma proximidade. Aliás, no jornalismo já nos cruzamos debaixo do mesmo teto, quer na rádio quer na imprensa escrita.

O Zé é um apaixonado e um defensor acérrimo da ecologia e do ecossistema. Por onde vai, transporta as suas poderosas máquinas fotográficas e dispara sem dó e em rajada para conseguir as melhores imagens.

Neste pequeno livro, o autor dos textos e imagens destaca a Cultura Avieira. A fauna, a flora, o povo e as tradições são espelhadas nestas excelentes imagens.

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José Peixe

Cultura Avieira

J.J. Artes Gráficas


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Terras do Além

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O poeta popular António Maria Veríssimo não para de nos surpreender com mais uma obra poética. Esta, chama-se Terras do Além. As quadras debruçam-se na sua passagem pela Guiné, quando serviu as forças armadas portuguesas em ultramar.

Tenho o privilégio de conhecer o António há muitos anos e de acompanhar a sua escrita. Os seus poemas apresentam-se em estrofes de quatro versos, em rima – quase sempre – cruzada.

As suas experiências, as vivências, as marcas da guerra, as paisagens, as aldeias, o povo, os animais, a agricultura… nada parece ser esquecido. ´

Este livro de poemas é igualmente um livro de memórias. É um retrato que será muito comum a todos os militares portugueses que serviram a Pátria naquele território angolano.

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António Maria Veríssimo

Terras do Além

Gráfica Central de Almeirim


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Carlos Rodrigues:" Inspiro-me em episódios reais com os quais me fui cruzando ao longo da vida"

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Carlos Rodrigues nasceu em Lisboa, cidade que aprendeu a amar desde cedo. Licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas no ISEG, e seguiu uma carreira profissional na indústria seguradora. Em paralelo foi escrevendo, sobretudo poesia. Recém pré-reformado, decidiu que era a altura de dar forma, de dar vida, aos poemas que escolheu para publicar o seu primeiro livro – Mulher dos Cabelos Cor do Sol.

Livros & Leituras - Como e quando começou a interessar-se por literatura?

Carlos Rodrigues: O meu interesse pela literatura iniciou-se quando frequentei a minha turma de Português no Passos Manuel em 1975. Lemos vários autores portugueses, vivos, e chegámos a falar com alguns sobre a sua obra. Elejo José Gomes Ferreira como o que mais me marcou na altura.

Livros & Leituras - Por que motivo resolveu escrever livros?

Carlos Rodrigues: Nesse ano comecei a escrever poemas, atraído pelo que ia conhecendo. Até hoje esse bichinho ficou sempre dentro de mim.

Livros & Leituras - Qual foi a obra que mais gostou de escrever e porquê?

Carlos Rodrigues: Este foi o meu primeiro livro, mas espero que ainda consiga escrever mais.

Livros & Leituras - Em que é que se inspira para escrever um livro?

Carlos Rodrigues: Quase sempre em episódios reais com os quais me fui cruzando ao longo da minha vida.

Livros & Leituras - Se não fosse escritor, o que gostava de ser?

Carlos Rodrigues: Sem qualquer dúvida, realizador de cinema. A par da escrita, a arte que mais me fascina é o cinema.

Livros & Leituras - Quais são seus autores preferidos?

Carlos Rodrigues: Tantos que é difícil eleger os preferidos. Mas Eugénio de Andrade, David Mourão Ferreira, Lobo Antunes, Paul Auster e, claro, José Gomes Ferreira.

Livros & Leituras - Que conselho daria a alguém que deseje vir a ser escritor?

Carlos Rodrigues: Que não faça como eu fiz - publicar o primeiro livro aos 60 anos de idade! escrever, escrever sempre. Todos os dias. Vencer a folha branca.

Livros & Leituras - Para quando um novo projeto editorial?

Carlos Rodrigues: Espero que ainda este ano. Fiquei muito feliz por ter concretizado o meu sonho de publicar este livro. Agora quero fazer mais. É egoísta não partilhar aquilo que fazemos, desde que nos agrade muito.

Livros & Leituras - Agora que já conhece a revista Livros & Leituras, que opinião tem deste projeto editorial sem fins lucrativos?

Carlos Rodrigues: Acho maravilhoso. Em Portugal a arte, o processo criativo é tão pouco acarinhado por quem deveria fazê-lo que ainda me surpreende existir tanta coisa e de tanta qualidade a ser feita, com tanto sacrifício, mas a ser feita. Para vocês o meu obrigado por divulgarem o que se faz porque sim, porque gostam, porque o vosso retorno está dentro dos vossos corações.

Nota introdutória:

Carlos Rodrigues nasceu em Lisboa, cidade que aprendeu a amar desde cedo. Licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas no ISEG, e seguiu uma carreira profissional na indústria seguradora. Em paralelo foi escrevendo, sobretudo poesia.

Recém pré-reformado, decidiu que era a altura de dar forma, de dar vida, aos poemas que escolheu para publicar o seu primeiro livro – Mulher dos Cabelos Cor do Sol.


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A FRASE

Aquele que parece sábio entre os tolos parece tolo entre os sábios. (Marco Fabio)

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