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25 de novembro, Reflex√Ķes

G√ČNERO - Ensaio

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A sinopse diz tudo sobre o tema deste livro com quase 400 p√°ginas. Procurou-se ‚Äúestudar n√£o s√≥ o importante per√≠odo hist√≥rico coincidente com o final do nosso 4.¬ļ imp√©rio ‚Äď se considerarmos o 1.¬ļ, como o do Norte de √Āfrica; o 2.¬ļ, como o do Oriente; e o 3.¬ļ, o do Brasil , mas tamb√©m as consequ√™ncias e alguns antecedentes que talvez apontem para um 5.¬ļ imp√©rio‚Ķ Uma das finalidades √© tentar assegurar material, o mais abrangente e fidedigno poss√≠vel, aos historiadores e, tamb√©m, procurar que os erros registados na Hist√≥ria n√£o se repitam, como, infelizmente, parece ter sido o caso da 1.¬™ Rep√ļblica e do designado PREC (Processo Revolucion√°rio em Curso), bastante abordado no presente livro‚ÄĚ.

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Manuel Bar√£o da Cunha (coord.)

25 de novembro, Reflex√Ķes

√āncora Editora


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O olhar colonial em Eça de Queirós

Avalia√ß√£o: / 4
FracoBom 

G√ČNERO - Ensaio

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A obra de Eça de Queirós é vastíssima, mas muito mais vastos são os estudos que se publicam regularmente sobre um dos melhores romancistas portugueses de todos os tempos.  

O olhar colonial em E√ßa de Queir√≥s, estudo da autoria de Jos√© Ant√≥nio Salvado,¬†enquadra o testemunho queirosiano na expans√£o europeia em √Āfrica na segunda metade do s√©culo XIX.

E√ßa preenche o nosso imagin√°rio com importantes descri√ß√Ķes e factos hist√≥ricos que contribuem para perceber o Portugal do s√©culo XIX.

Este livro, dividido em tr√™s partes, come√ßa por enquadrar a vida de E√ßa nas transforma√ß√Ķes do s√©culo XIX. De seguida, apresenta o conceito queirosiano de coloniza√ß√£o, a compreens√£o do imperialismo pelos diferentes grupos sociais e os interesses econ√≥micos intr√≠nsecos √† ocupa√ß√£o africana. Por fim, analisa-se a abordagem de E√ßa de Queir√≥s aos problemas coloniais nas diversas regi√Ķes africanas.

Interessante!

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João António Salvado

O olhar colonial em Eça de Queirós

Edi√ß√Ķes Vieira da Silva


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A maça de Cézanne…e eu

G√ČNERO - Ensaio

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A editora Sistema Solar traz at√© n√≥s, pela m√£o de D. H. Lawrence, um fabuloso livro. ‚ÄúA ma√ßa de C√©zanne‚Ķe eu‚ÄĚ.

O livro debru√ßa-se sobre Paul C√©zanne, o pintor franc√™s que chegou a ser considerado por Picasso, ‚ÄúO pai de todos n√≥s‚ÄĚ.

‚ÄúSe o ser humano fosse essencialmente uma Ma√ß√£, como era para C√©zanne, caminhar√≠amos em dire√ß√£o a um novo mundo de homens: um mundo com muito pouco para dizer, com homens que conseguiriam, apenas com o seu lado f√≠sico e uma verdadeira aus√™ncia de moral, manter-se tranquilos.‚ÄĚ

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D. H. Lawrence

A maça de Cézanne…e eu

Sistema Solar


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Os nomes da obra

G√ČNERO - Ensaio

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Na sinopse pode ler-se: ¬ęO filme [da alma] √© uma secreta murmura√ß√£o e nela participam obliquamente todas as coisas, h√° a mem√≥ria de um crime arcaico, maternal, um baptismo no sangue m√ļltiplo daquilo que vive para morrer, e a paix√£o, o vento das pot√™ncias que nos extravia, bra√ßos abertos, rosto luzindo, um grito contra a parede. V√™ como as folhas das √°rvores palpitam na claridade! V√™ como a noite fecha as tuas janelas! √Č isto.¬Ľ

No t√≠tulo¬†Ou o Poema Cont√≠nuo, que Herberto Helder usou por duas vezes, a conjun√ß√£o inicial relaciona-se com o nome de autor e diz-nos como ler a escrita de uma vida. Leia-se em¬†Herberto Helder¬†o outro nome da obra, o outro nome da ¬ęcan√ß√£o ininterrupta¬Ľ. O poeta via na escrita um processo de ¬ęnomea√ß√£o f√≠sica¬Ľ, de montagem das imagens, a inven√ß√£o de uma ¬ęirrealidade objectiva¬Ľ. Em 2013, recuperou um texto anterior para sopesar o caminho percorrido: ¬ęcumprira-se aquilo que eu sempre desejara ‚ÄĒ uma vida subtil, unida e invis√≠vel que o fogo celular das imagens devorava. Era uma vida que absorvera o mundo e o abandonara depois, abandonara a sua realidade fragment√°ria. Era compacta e limpa. Gramatical¬Ľ.

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Rosa Maria Martelo

Os nomes da obra

Documenta


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O livro das trivialidades

G√ČNERO - Ensaio

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Estamos perante o balanço de vida e de afetos. O livro das trivialidades é, essencialmente, um ensaio romanceado que foge aos géneros literários.

Nesta obra, h√° personagens, tempos e espa√ßos para todos os gostos. H√° muita vida e din√Ęmica. H√° at√© muita filosofia. Interessante!

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Armando Martins

O livro das trivialidades

Europress


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Segredo para uma vida longa: pouca cama, pouco prato, muita sola de sapato. (Autor desconhecido)

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