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Lhonas – Anedotas mirandesas

GÉNERO - Sátira

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São 200 páginas de anedotas mirandesas. A edição bilingue recupera as melhores anedotas contadas pelas gentes de Miranda do Douro. Há histórias engraçadas para todos os gostos. A maior parte passou de boca em boca. Modificaram-se, acrescentou-se e o ressoltado é espetacular.

Rir faz bem à saúde e “gente que ri, só pode ser boa gente”, defende Artur Nunes, presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro. Recomenda-se!

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Carlos Ferreira

Lhonas – Anedotas mirandesas

Âncora Editora


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In Sexus Veritas (Vol. 1 e 2)

GÉNERO - Sátira

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«A esmagadora maioria das relações soçobra por excesso de eufemismos. Por alguém dizer “incomoda-me” quando devia dizer “deixa-me devastado”; por alguém dizer “peço-te que me expliques” quando devia dizer “exijo-te uma puta de uma explicação”; por alguém dizer “gostaria que não voltasses a fazer isso porque me magoa” quando devia dizer “para com essa merda porque senão dou-te um tiro nos cornos”.

Nada mata mais um amor do que um eufemismo. Nada mata mais uma relação do que um eufemismo. O amor é a única unidade lexical que não permite eufemismos. Nem no dicionário (que, como se sabe, tem habitualmente uma forma gélida de olhar para as palavras) eufemismo vem antes de amor. Colocando ao contrário: até no dicionário eufemismo vem depois de amor.

Eufemismo vem sempre depois de amor: quando um começa a chegar o outro começa a ir. Se não permite eufemismos: então é amor.» Um trolha homossexual. Um jogador de futebol filósofo. Um humorista deprimido. Uma prostituta de alma. Um assassino refinado. Uma prostituta de corpo. Um homem que consegue pensar e sentir o que os outros pensam e sentem.

Numa obra que é um gigantesco monumento, mistura frenética de poema e de thriller, Pedro Chagas Freitas visita os mais profundos calabouços da humanidade: o amor, a morte, a inveja, a paixão, a raiva, a mentira, o medo, o ciúme. E o sexo. Sempre o sexo. Porque é nele, sempre nele, que se encontra a verdade.

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Pedro Chagas Freitas

In Sexus Veritas (Vol. 1 e 2)

Chiado Editora


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O diário secreto de Vítor Gaspar

GÉNERO - Sátira

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A partir do dia 15 de junho de 2011, a vida de Vítor Gaspar nunca mais seria a mesma. Nem a dele, nem a nossa! Através deste diário secreto, António Ribeiro, autor dos sucessos de vendas O cão de Sócrates e D. Maria, A empregada de Cavaco, dá-nos a conhecer tudo o que se tem passado na cabeça do nosso ainda ministro das Finanças: desde os bastidores das grandes decisões que têm mudado a vida dos portugueses à análise irónica de todas as outras figuras do governo de Passos Coelho, inclusive o próprio. Problemas financeiros à parte, esta é uma boa forma de aligeirar o momento difícil que o país atravessa e leva-nos a concluir que Vítor Gaspar dava certamente uma boa caderneta de cromos.

Publicado pela Esfera dos Livros, O diário secreto de Vítor Gaspar oferece momentos hilariantes de leitura. Aqui fica uma pequena amostra: “Caro Diário, ao contrário do que se diz de mim na imprensa e nas redes sociais, eu não sou indiferente ao sofrimento dos portugueses por causa da minha austeridade. E para provar isso, estou disposto a criar um blogue – sob um nome fictício – para ajudar os contribuintes portugueses a poupar para terem dinheiro para pagar os meus impostos, taxas e outras alterações de última hora que eu tiver que fazer para arranjar os milhões que a Troika exige. Serão conselhos simples, de fácil execução e ao alcance de todos: não atire ovos a ministros deste Governo; utilize-os ao pequeno-almoço; nos saldos compre a roupa para a sua família para os próximos 10 anos; etc.”

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António Ribeiro

O diário secreto de Vítor Gaspar

Esfera dos Livros


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A tragédia de Fidel Castro

GÉNERO - Sátira

 

O autor propôs-se entrar na mente de um dos mais enigmáticos e marcantes líderes mundiais de todos os tempos, Fidel Castro. Fê-lo de uma forma original e caberá ao leitor avaliar se os objectivos foram alcançados. Ao longo da história, é possível encontrar as personagens mais surpreendentes, tais como Deus, Cristo, Fátima ou Dom Afonso Henriques. São figuras que valem pelo simbolismo que em si comportam, mas que não têm nada a ver com as figuras históricas do mesmo nome, como adverte o autor em nota prévia. No entanto, tal não passará do início da ironia que atravessará toda a obra.

O texto de João Cerqueira é, assim, divertido, de leitura fácil, mas nada aconselhável a leitores com suceptibilidade política ou religiosa. Trata-se de uma autêntica sátira, muito no seguimento de uma tradição construída por figuras como Gil Vicente, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós ou Almada Negreiros.

“A Tragédia de Fidel Castro”, publicado pela Saída de Emergência, é uma narrativa que revela um autor imaginativo, que domina o discurso metafórico e que consegue argumentar em torno de acontecimentos nacionais e internacionais, bem como de figuras sagradas e profanas. O final da obra, em narrativa aberta, deixa ao leitor a possibilidade de continuar, no seu pensamento, esta história ou criar outras igualmente mirabolantes.

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João Cerqueira

A Tragédia de Fidel Castro

Saída de Emergência

 
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