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Crónicas da Cidade das Moscas : A Mala

GÉNERO - Crónicas

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Que se passa numa Sala de Jogo de um Casino?

Um homem sitiado por essa atmosfera quase clandestina, na vil e imunda Cidade das Moscas, confessa-se refém de uma irmandade sombria que transcende a penumbra que rodeia as mesas de jogo.

Mas quando o amor é a chave que liberta o demónio aprisionado na sua mente frágil e delirante, o jogo torna-se perigoso.

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Paulo Machado

Crónicas da Cidade das Moscas : A Mala

Chiado Editora


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Pilar

GÉNERO - Crónicas

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São 83 as reflexões em torno do amor.

Gostei de todos os textos, mas um dos primeiros que aparece debruça-se sobre a Liberdade do Silêncio. É interessante a forma como o autor aconselha o seu leitor a ouvir mais e falar menos. “Como pode saber falar, quem não sabe calar?”, pergunta o filósofo.

Dando seguimento aos livros de grande sucesso Filosofias, Amor, Silêncios e Tempestades, e Infinitos do Amor, José Luís Nunes Martins, publica agora mais este livro de crónicas.

De maneira profunda e sensível, fala-nos da vida a fim de nos tirar da indiferença diante de temas fundamentais e questionadores.

Todas as crónicas são ilustradas por Carlos Ribeiro.

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José Luís Nunes Martins e Carlos Ribeiro (Ilus.)

Pilar

Paulus


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Só duas coisas que, entre tantas, me afligiram

GÉNERO - Crónicas

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A sinopse diz tudo e é interessante. Ilustra o miolo e leva-nos a ter vontade de ler e reler mais uma obra de Alice Vieira.

“Nas memórias que marcaram o meu mundo e nas nossas memórias colectivas, do nosso mundo português, só duas coisas que, entre tantas, me afligiram…, mas mesmo apenas uma ou duas, porque as lembranças de lugares marcantes como o bar do Rick, em Casablanca; o teatro Capitólio; o Santini, em Cascais; o irrequieto mar do Guincho; a redacção do Diário de Lisboa; a tertúlia do café Monte Carlo; o pequenino mundo que começava e acabava no boulevard Richard Lenoir, em Paris, não me afligiram. De todo. Entraram na minha vida e insistiram, teimosamente, em aí ficar a morar, acompanhando-me dia a dia, como fiéis e indefectíveis companheiras de viagem.

Relevantes e nunca aflitivos são igualmente os relatos das minhas viagens quase diárias pelo mundo dos livros e das palavras, onde me cruzei com o Astérix e a Alice (a do País das Maravilhas); onde falo sobre contendas como a dos postais de viagens versus SMS; calcorreio frequentemente bibliotecas e feiras do livro. 

E passo em revista alguns dos dias que comemoramos como se fossem nossos - Dia dos Avós, Dia da Mulher, o 5 de Outubro, Dia dos Namorados -, bem como aquelas coisas que são muito nossas (portuguesas) - o chá levado para Inglaterra, a crise, os ilustres que nos deixam e nos marcaram.

Só duas coisas que, entre tantas, me afligiram… são breves estórias, do meu e nosso dia a dia, muitas delas publicadas no Jornal de Mafra on-line, que nos reconduzem às memórias e nos fazem reflectir sobre o mundo de hoje.”

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Alice Vieira

Só duas coisas que, entre tantas, me afligiram

Casa das Letras


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Viagem ao mundo dos gatos

GÉNERO - Crónicas

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Viagem ao mundo dos gatos reúne uma série de histórias reais sobre gatinhos. O ponto de partida, foi o Clube de Gatos do Sapo. Aí, vários donos partilham experiências e curiosidades relativas aos amigos de quatro patinhas.

Neste livro, poderá encontrar alguns passatempos e muitas imagens de felinos.

Agradecemos, à escritora Anabela Neves, coautora da obra, a oferta do livro à revista Livros & Leituras.

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AA.VV.

Viagem ao mundo dos gatos

Euedito


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Ponte Europa

GÉNERO - Crónicas

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Carlos Barroca Esperança, natural de Figueira de Castelo Rodrigo, assume-se como um homem que ama a vida e que defende a democracia. Assente nestes dois pressupostos, foi reunindo crónicas, onde escrevia as suas memórias e discorria sobre as suas inquietações, dúvidas e medos. São registos sobre a sua infância que lhe ficaram gravados na memória, mas também impressões sobre o país onde vive e o mundo onde habita. Há ironia, mágoa, factos mas, acima de tudo, possibilidade de recordar tempos passados. A obra Ponte Europa foi publicada pela Âncora Editora.

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Carlos Barroco Esperança

Ponte Europa

Âncora Editora


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Navegar é preciso. Viver não é preciso. (Fernando Pessoa)

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