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Mãos livres

GÉNERO - Crónicas

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Mãos livres é um pequeno grande livro de Francine S. C. Camargo, autora que recentemente deu uma entrevista à L&L.

Encontramos no seu interior crónicas e contos. A sua escrita é altamente poética a até fabulizada.

Um cão desordeiro, o diálogo de livros à estante ou o lugar chamado Aboborolândia são disso exemplo.

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Francine S. C. Camargo

Mão livres

Chiado Editora


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Apetece(s)-me

GÉNERO - Crónicas

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Na sequência do seu blogue Apetece(s)-me, Laura Azevedo, uma apaixonada pelas palavras e pelas artes, publica este livro onde fala das múltiplas facetas do amor. Há o amor pelo pai e pela mãe, o amor pelos filhos, o amor violento que nos dilacera o corpo e a mente, o amor que nos faz tocar as nuvens e o nosso, o amor-próprio tantas vezes esquecido em prol de outros (des)amores. As ilustrações a negro e vermelho são da autoria da própria autora e espelham bem o teor e a mensagem de cada texto, bem como a paixão com que foi escrito. Pedaços soltos da alma da autora nesta obra editada pela Marcador.

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Laura Azevedo

Apetece(s)-me

Marcador


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Manta de farrapos

GÉNERO - Crónicas

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Manta de farrapos foi publicado em 1962, vinte e quatro anos antes da morte do autor, em 1986. Médico de profissão, nunca descurou o amor pela escrita e pela leitura, desenvolvendo uma intensa atividade em prol das letras. Foi, inclusivé, um dos fundadores da Imprensa do Douro, que publicou quase todos os seus livros. Acerca deste, pode dizer-se que se trata de tudo menos do que se lê na capa. Os textos diarísticos e sentimentais que reúne de farrapo não têm nada, mas sim de fino pano. Pano fino publicado em jornais e revistas da sua época, harmonizados nesta obra reeditada agora pela Âncora Editora. Vários são os motivos que o levam a escrever: o amor pela língua portuguesa, os seus mestres na medicina e na literatura, a paisagem do nordeste do país ou até aquilo que nos une à nação brasileira. Já agora, aqui fica o conselho do autor relativamente ao tratamento da língua herdada pelos nossos irmãos sul-americanos: "O nosso remédio é termos paciência". O seu estilo e a sensibilidade de artista estão igualmente presentes em cada frase: "Ler um livro é percorrê-lo com mais ou menos pressa. É percorrê-lo como se percorre uma área de terra a cavalo ou de comboio. Vê-se muita coisa, mas os pormenores escapam."

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João de Araújo Correia

Manta de farrapos

Âncora Editora


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O Fedelho Exuberante

GÉNERO - Crónicas

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Esta é uma crónica familiar e de costumes, no pós-guerra. É um interessante retrato feito à sociedade portuguesa dos anos 60.

Encontramos a D.ª Ângela Costa, fazendeira e senhora de sobrados; a filha que ela adotou, quando a menina tinha dois meses, e que tratou como uma princesa; e D.ª Anita, vinda das Pedras Salgadas para Lisboa, mulher de industrial conserveiro.

Quanto ao resto, o melhor é ler.

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Mário Beja Santos

O Fedelho Exuberante

Âncora Editora


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O que vejo e não esqueço

GÉNERO - Crónicas

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Publicado pela Esfera dos Livros, O que vejo e não esqueço foi a forma encontrada por Catarina Furtado de tornar ainda mais memorável o trabalho que tem desenvolvido, ao longo dos anos, em prol de causas sociais. Para além das ações de solidariedade pelas quais dá a cara em Portugal, a autora tornou-se Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) e foi assim, essencialmente, com base nessa multiplicidade de experiências, pelos cenários mais diversos no mundo inteiro, que surgiu este livro. 

O testemunho de Catarina Furtado serve, com certeza, de inspiração e exmplo para muitos que, sem saberem bem porquêm, se entregam de corpo e alma a causas. Na primeira parte da obra, ficamos a perceber de onde vem o seu "bichinho"... Na segunda parte, encontramos os episódios mais concretos que se enquandram nas suas áreas do coração: a igualdade de género, a violência sobre as mulheres e as crianças, a educação dos jovens, a SIDA e as catástrofes naturais. De realçar ainda a parte central da obra, dominada pelo singular trabalho fotográfico de Ricardo Freitas que, com a sua objetiva, registou momentos únicos do périplo de Catarina pelo mundo.

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Catarina Furtado

O que vejo e não esqueço

Esfera dos Livros


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