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Grandes Clássicos Portugueses

Gráfico de vendas com orquídea

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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O maior êxito do escritor Dinis Machado terá sido certamente O que diz Molero, publicado pela primeira vez em 1977 e traduzido já para muitas línguas europeias. Em Gráfico de vendas com orquídea e outras formas de arrumação de conhecimentos encontramos um conjunto de vinte textos, escritos entre as décadas de 70 e 90, seleccionados pelo próprio autor.

A razão para o republicar destes escritos é, muito simplesmente, descrita pelo próprio Dinis Machado: “Publico-os porque, em larga escala, ainda pactuo com eles. São palavras que sei minhas, assim ordenadas, correspondendo a um período alargado de escrever. E, em livro, ficam mais resguardadas.”

Nestas crónicas somos confrontados com o sentido crítico do autor relativamente aos acontecimentos das épocas em que viveu e a alguns dos principais nomes que as povoaram. Para além do seu carácter opinativo, sobressai o espelho dos acontecimentos que marcaram três grandes décadas do século XX.

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Dinis Machado

Gráfico de vendas com orquídea

Quetzal


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Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Nesta obra da Esfera do Caos, encontramos uma crítica política e social ao Portugal contemporâneo. O seu autor é daqueles que acredita, e com toda a legitimidade, nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local. Camilo Mortágua é um dos últimos revolucionários românticos, pelos golpes com que abalou a ditadura de Salazar, como a Operação Dulcineia, o assalto ao avião da TAP em Marrocos e a fundação da LUAR. Ultimamente em trabalhado em projectos de desenvolvimento local, com grupos desprotegidos e comunidades em risco de exclusão.

O título provém de uma moda popular alentejana e serve de moldura ao conjunto de ideias e reflexões sobre os conceitos “rural” e “desenvolvimento”, tão descredibilizados nos últimos tempos, em contexto nacional.

O autor aponta a necessidade de uma estratégia territorial integrada noutras estratégias a nível mais abrangente. Relativamente à crise actual, descreve o processo que nos conduziu ao actual estado de coisas, debruça-se sobre o desequilíbrio entre os vários sectores da actividade económica., reflecte sobre a desertificação do interior do país, a pobreza, a exclusão social, o encerramento das escolas, regressando, em última análise, à questão dos rendimentos das actividades agrícolas.

Esta edição contou com os apoios da Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul, da Associação para as Universidades Rurais Europeias e da vila de Alvito.

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Camilo Mortágua

Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

Esfera do Caos
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O sargento-mor de Vilar

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Estamos perante um dos romances históricos mais marcantes da Literatura Portuguesa do século XIX.

O sargento-mor de Vilar, de Arnaldo Gama, retrata as invasões francesas de 1809, conduzidas pelo general Soult no Norte do país, e a resistência do povo português.

No plano da intriga romanesca, a obra narra os amores atribulados, mas com final feliz, entre Luís Vasques, o jovem fidalgo de Encourados, e Camila de Vilalobos, a filha do Sargento-Mor de Vilar.

Esta obra registou diversas edições ao longo do século XIX e também no século XX. Foi também adaptada a teatro em 1874, por Augusto Garraio, tendo registado um êxito estrondoso.

Esta nova edição surge-nos pela mão da editora Opera Omnia.

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Arnaldo Gama

O sargento-mor de Vilar

Opera Omnia


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O morgado de Fafe amoroso

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Depois de “O morgado de Fafe em Lisboa”, a editora Opera Omnia publica agora mais uma obra de romancista mas também dramaturgo Camilo Castelo Branco: “O morgado de Fafe amoroso”. A editora dá assim continuidade à publicação da dramaturgia camiliana.

A presente edição desta obra não se limita a reproduzir o texto dramático. De facto, pela primeira vez em quase 150 anos, e à semelhança do que aconteceu com o livro “O morgado de Fafe em Lisboa”, procedeu-se à fixação do texto da obra, pela mão do professor José Cândido de Oliveira Martins, docente da Universidade Católica, que igualmente assina a introdução e as notas.

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Camilo Castelo Branco

O morgado de Fafe amoroso

Opera Omnia


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O morgado de Fafe em Lisboa

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

A grandeza de Camilo Castelo Branco como romancista – autor de 260 obras ­– , facto que lhe mereceu o epíteto de “operário das letras”, é um duro golpe noutros géneros literários do autor, igualmente importantes. Foi cronista, crítico, historiador, poeta e tradutor, mas foi também dramaturgo. A sua produção dramatúrgica foi assinalável, e “O Morgado de Fafe em Lisboa” é um exemplo disso mesmo. Camilo foi um irrequieto romântico, revoltado pela orfandade, pelos amores incertos e tumultuosos, pela instabilidade emocional. Muito escreveu sobre o amor e sobre a sociedade ultra-romântica do século XIX. E foi a sua vivência, enquanto observador social, que lhe permitiu produzir obras como esta que aqui se apresenta.
Esta comédia em dois actos, editada pela Opera Omnia, “é uma admirável farsa camiliana, que se notabilizou, ao longo do tempo, pelo efeito cómico e corrosivo com que investe contra certos ideais, tipos humanos e ambientes característicos do Portugal ultra-romântico de meados do séc. XIX. A graça mordente da sua sátira reside nessa capacidade de anatomia cruel da sociedade burguesa”.
O brilhante polígrafo, que resolveu abandonar-nos a tiro de revólver com apenas 65 anos de idade, foi o primeiro escritor português a poder viver apenas da escrita. Acho que não é preciso dizer mais nada. Brilhante!
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Camilo Castelo Branco
O Morgado de Fafe em Lisboa
Opera Omnia

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