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História

Olhando para dentro: 1930-1960

GÉNERO - História

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A Objectiva, chancela da Penguin Random House, em co-edição com a Fundación Mapfre, tem vindo a publicar vários volumes da colecção História Contemporânea de Portugal, colecção dirigida por António Costa Pinto e Nuno Gonçalo Monteiro. Este quarto volume, intitulado Olhando para dentro incide sobre as décadas de 1930 a 1960. O que distingue esta de outras colecções sobre história contemporânea é o facto de conseguir enquadrar a economia, política, sociedade, diplomacia e cultura de Portugal nos contextos ibérico, atlântico e global. Tal permite estabelecer relações mais concretas e evidentes entre Portugal e a América Latina, o que é fundamental, pois estas obras inserem-se num projecto editorial mais vasto, denominado de América Latina na história Contemporânea.

A obra conta com textos de José Luís Cardoso, Bruno Reis, Pedro Aires Oliveira, Álvaro Garrido e Daniel Melo, especialistas nos campos da história, cultura e economia, com vasta obra científica publicada. Cada capítulo é escrito por um autor, à exceção de José Luís Cardoso que assina dois capítulos e é o coordenador do livro. As fotografias de época e os inúmeros quadros explicativos ajudam à compreensão dos textos e complementam-nos de forma bastante enriquecedora.

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José Luís Cardoso (Coord.)

Olhando para dentro 1930-1960

Objectiva: Penguin Random House


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Ciência, Prestígio e Devoção

GÉNERO - História

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Quando a Companhia de Jesus foi restaurada em Portugal, em meados do século XIX, permanecia ainda a memória da forte campanha ideológica que o Marquês de Pombal lançara no século XVIII, segundo a qual os jesuítas teriam sido os principais responsáveis pelo atraso científico no nosso país. Conscientes da longevidade, da influência e da transversalidade absolutamente invulgares dos argumentos pombalinos, os jesuítas compreenderam que tinham de ultrapassar as acusações de obscurantismo para se estabelecerem com alicerces firmes em Portugal e, assim, reconquistarem a influência e o raio de ação que tinham tido nos séculos anteriores. Da vontade de recuperar a sua credibilidade científica acabaria por nascer um grande investimento no ensino e na prática das ciências naturais nos seus colégios, nomeadamente no Colégio de Campolide (1858-1910) e no Colégio de São Fiel (1863-1910).

São Fiel foi ainda o berço da revista Brotéria (1902-2002), uma das mais importantes publicações científicas portugueses do século XX. Baseado nas histórias do Colégio de Campolide, do Colégio de São Fiel, e da revista Brotéria, este livro centra-se nas razões que levaram uma ordem religiosa como a Companhia de Jesus a empenhar-se tão ativamente no ensino e na prática das ciências, bem como no impacto profundo que esse empreendimento teve para a ciência e para a educação científica nos séculos XIX e XX.

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Francisco Malta Romeiras

Ciência, Prestígio e Devoção

Principia


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A Saga de um Combatente na I Guerra Mundial - De Chaves a Copenhaga

GÉNERO - História

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Da calma medieval de um Portugal profundo, foram desarraigados homens humildes. Ao engano, mandaram-nos para o terror da Flandres. A I Guerra Mundial haveria de mudar as suas vidas para sempre! A ferro e fogo, fustigados pelo frio, pela fome e pela doença, mas sobretudo pela metralha dos boches, viveram momentos únicos - terríveis - no abrigo, no hospital, no cativeiro e na trincha: Desprezados pela pátria, ingrata, que afinal amavam, estes soldados reclamam, justamente, preitos de admiração, de reconhecimento e de saudade!

A Saga de um Combatente na I Guerra Mundial - De Chaves a Copenhaga, na singeleza das palavras de um homem do povo, pretende contar, em primeira mão, a história, nua e crua, do ignorado praça de pré António Pereira dos Santos, 1.º Cabo de Infantaria do BI N.º 19 de Chaves, feito prisioneiro dos alemães na Batalha de La Lys. Que esta obra se constitua numa homenagem merecida a todos os que tombaram no campo de batalha e aos que, heroicamente, conseguiram salvar-se!

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Gil Manuel Morgado dos Santos e Gil Filipe Carvão dos Santos

A Saga de um Combatente na I Guerra Mundial - De Chaves a Copenhaga

Âncora Editora


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Os maus da História de Portugal

GÉNERO - História

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Neste livro de Ricardo Raimundo há maus para todos os gostos. Os maus são famosos. São reis e rainhas portuguesas cujo os factos e feitos mancharam cruelmente a sociedade portuguesa.

A história costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa história.

Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês…

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Ricardo Raimundo

Os maus da História de Portugal

Esfera dos Livros


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A arte no Ocidente

GÉNERO - História

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A arte no Ocidente apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional.

Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas.

De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.

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Ana Lídia Pinto

A arte no Ocidente

Porto Editora


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A FRASE

Entre a sociedade de hoje e os intelectuais medeia um entendimento tácito. «Conto contigo - dizem os leitores - para que me forneças os meios para esquecer, disfarçar, negar, em suma, a morte. Se não cumprires este encargo, expulso - te, ou seja, não te lerei». (Louis Vincent Thomas, antropólogo francês)

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