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Seres M√°gicos em Portugal

G√ČNERO - Hist√≥ria

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Seres Mágicos em Portugal conta-nos muitas histórias de fadas, duendes, olharapos, lobisomens, diabretes e outras criativas que habitam Portugal.

Pela mão da jornalista Vanessa Fidalgo, que já antes nos tinha presenteado com a obra Histórias de um Portugal assombrado, ex que nos surge mais uma obra cheia de mistério(s). São recolhas interessantes

Dona Adelina conta-nos a história do lobisomem que na freguesia da Bemposta corria ruas pela noite fora estragando o pão que cozia de madrugada nos fornos e assustando os mais novos e indefesos.

Na ilha do Pico, Açores, o dia 2 de fevereiro de cada ano, era dia para ficar em casa. Homens, mulheres e crianças trancavam-se a sete chaves e protegiam-se comendo alhos. Lá fora os labregos, uma espécie de duendes, saíam das águas salgadas do mar para nos próximos meses viverem escondidos nos matos verdejantes da ilha.

Nas serras de Arruda dos Vinhos √© bem conhecida a hist√≥ria de um gigante terr√≠vel, que, de t√£o grande e violento, aterrorizava as povoa√ß√Ķes da regi√£o.

Em Santa Maria, nos Açores, o povo garante que as jovens de cabelo vermelho que ainda hoje por lá moram são descendentes de uma jovem e bela sereia que caiu de amores nos braços do filho de um pescador.

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Vanessa Fidalgo

Seres M√°gicos em Portugal

Esfera dos Livros


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500 frases que mudaram a nossa história

G√ČNERO - Hist√≥ria

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Sabia que a frase ‚Äúo que tem de ser tem muita for√ßa‚ÄĚ √© da autoria de Alexandre O¬īNeill e que ela se tornou um bord√£o da l√≠ngua portuguesa? Este verso foi inclu√≠do no poema A For√ßa de H√°lito e imortalizou a ideia que uma determinada linha de rumo n√£o tem alternativa.

No total, temos 500 frases que mudaram a nossa hist√≥ria. Dos tempos b√≠blicos ao nosso s√©culo. O livro do jornalista Jo√£o Ferreira, publicado pela Esfera dos Livros, acompanhou as primeiras horas das minhas f√©rias deste ano. √Č viciante.

O meu Pessoa escreveu ‚ÄúTudo vale a pena, se a alma n√£o √© pequena‚ÄĚ. O meu adorado Camus deixou-nos na sua obra Les Justes uma frase que tamb√©m acompanha o meu quotidiano: ‚ÄúA honra √© a √ļltima riqueza dos pobres‚ÄĚ. Hemingway disse em 1952, n¬īO Velho e o Mar, ‚ÄúUm homem pode ser destru√≠do mas n√£o derrotado‚ÄĚ. S√£o estas e outras frases que nos surgem √†s m√£os muito bem explicadas. Parab√©ns Jo√£o!

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Jo√£o Ferreira

500 frases que mudaram a nossa história

Esfera dos Livros


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A sabedoria dos egípcios

G√ČNERO - Hist√≥ria

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Sabia que a tradi√ß√£o eg√≠pcia influenciou muitas outras civiliza√ß√Ķes ao longo de cinco mil anos? Neste pequeno grande livro, o leitor encontra cem p√°ginas recheadas de exemplos que provam a dimens√£o de eternidade da sabedoria do antigo Egipto. Os oito cap√≠tulos s√£o dedicados ao quotidiano no antigo Egipto, ao mist√©rio das pir√Ęmides, √† religi√£o, aos deuses e deusas, ao princ√≠pio da Deusa, aos ritmos do Nilo, √† descoberta do her√≥i que h√° em cada um e ao regresso da Deusa.

Muito curiosos s√£o os exerc√≠cios propostos no final de cada cap√≠tulo. A edi√ß√£o de A sabedoria dos eg√≠pcios √© das Publica√ß√Ķes Europa-Am√©rica.

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Ron Bonewitz

A sabedoria dos egípcios

Publica√ß√Ķes Europa-Am√©rica


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As ‚Äúcontas longas‚ÄĚ de vidro como elemento de identidade dos africanos no passado hist√≥rico e cultural de Lisboa

G√ČNERO - Hist√≥ria

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Esta obra, editada pela Universidade do Porto, apresenta o resultado do estudo efectuado em laborat√≥rio, tendo por base um conjunto de contas ‚Äúlongas de vidro‚ÄĚ, √†s quais se deu particular import√Ęncia por serem oriundas de explora√ß√Ķes arqueol√≥gicas em n√ļcleos urbanos que foram destru√≠dos pelo terramoto de 1755 em Lisboa. Equipas de arque√≥logos e grupos de museus da C√Ęmara de Lisboa documentaram o interesse que o subsolo de Lisboa tem vindo a despertar. Quanto √†s contas, ‚ÄúNueva Cadiz‚ÄĚ, ‚ÄúChevron ou em Estrela‚ÄĚ, estas revelam que foram os escravos africanos que as trouxeram em meados do s√©culo XV, utilizando-as como elemento essencial da sua identidade.

Este estudo permite, assim, enquadrar as contas nas vivências sociais e culturais de Lisboa entre os séculos XV e XVIII. A autora descreve as contas, faz uma abordagem científica que reflecte o seu significado sociocultural em Portugal e no Mundo. Uma palavra ainda para a inclusão de fotografias a cores, bastante rigorosas e exemplificativas, dos referidos achados.

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Maria da Conceição Rodrigues

As ‚Äúcontas longas‚ÄĚ de vidro como elemento de identidade dos africanos no passado hist√≥rico e cultural de Lisboa

Universidade do Porto
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Capit√£s de Abril

G√ČNERO - Hist√≥ria

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O trabalho da jornalista Ana Sofia Fonseca tornou-se conhecido do grande p√ļblico com Angola, Terra Prometida, onde a autora tra√ßou o retrato dos portugueses que nos anos cinquenta rumaram √† terra das oportunidades. Agora em Capit√£s de Abril, a autora d√° voz √†s mulheres dos militares e √† forma como estas viveram a revolu√ß√£o.

De Dina Alambre, mulher de Otelo Saraiva de Carvalho, a Natércia Salgueiro Maia, mulher de Fernando Salgueiro Maia, muitas foram as esposas e mães que, apesar de não terem lugar nas fotografias do golpe, viveram-no bem de perto. Foram o grande pilar dos seus maridos e, mesmo no silêncio das palavras não repetidas, as suas figuras são incontornáveis. Nem todos casamentos tiveram futuro mas muitas foram as histórias de finais felizes e memórias singulares. Apesar de não ter vivido o 25 de Abril de 1974, Ana Sofia Fonseca publica agora pela Esfera dos Livros aquela que será para muitos uma obra que assinala da melhor maneira os 40 anos da revolução que mudou o destino de Portugal.

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Ana Sofia Fonseca

Capit√£s de Abril

Esfera dos Livros


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