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História

Portugal e a Grande Guerra

GÉNERO - História

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Portugal e a Grande Guerra é, passo a repetição, um grande livro. Grande em todos os aspetos: formato, páginas e diversidade de conteúdos.

Apesar de muitos pensarem que estaríamos perante uma guerra de curta duração, o certo é que durou cinquenta e dois meses e matou mais de 8 milhões de pessoas.

Muitos, principalmente os mais novos, desconhecem a participação portuguesa no conflito. Portugal esteve em três frentes: Angola, Moçambique e Flandres. Dos 100 mil portugueses mobilizados, 8 mil ficaram nos campos de batalha.

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Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes

Portugal e a Grande Guerra

QuidNovi


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O Dia da Liberdade

GÉNERO - História

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Grande contributo que nos dá esta obra de Pedro Lauret. Muito bem documentado e até ilustrado, o livro é uma mais-valia para quem quer continuar a descobrir os pormenores que marcaram para sempre um dos capítulos da nossa história.

Há cartas, mapas com descrições, cronologias, lugares, pessoas e comandos. Há plano, ação e até técnicas usadas no golpe de estado.

O autor, opositor do Estado Novo, lutador convicto, deixa-nos até relatórios secretos das unidades do MFA.

Neste grande livro, encontramos ainda contribuições de Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalhos, Salgueiro Maia, Fernando Rosa, entre outros. Parabéns e obrigado!

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Pedro Lauret (coord.)

O Dia da Liberdade

Verso da História


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As mulheres e a guerra colonial

GÉNERO - História

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A jornalista Sofia Branco deixa-nos um interessante trabalho de pesquisa e investigação. Chama-se As mulheres e a guerra colonial. Nesta obra, há um denominador comum que gira em torno de muitas protagonistas que, durante a Guerra Colonial, tiveram um papel importante na gestão da casa e da família.

São as mulheres e as filhas dos portugueses que tentaram, sem sucesso, defender as antigas colónias portuguesas.

A poetiza Natália Correia defendeu durante muitos anos que Portugal não deveria ser uma pátria, mas sim uma mátria, precisamente pelo mesmo motivo. Por cá, ficaram as mulheres a tomar conta do Portugal de Salazar. Elas foram, sem margem para qualquer dúvida, uma excelente retaguarda.

Esta é mais uma grande homenagem a todas essas mulheres. Parabéns Sofia!

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Sofia Branco

As mulheres e a guerra colonial

Esfera dos Livros


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1974

GÉNERO - História

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“…numa democracia verdadeira, ninguém é preso por escrever um livro..” Esta é a frase que resume a realidade absurda retratada neste livro. Um golpe militar apoiado por Moscovo coloca os comunistas no poder, mergulhando o país num longo período de trevas que nem com a queda do muro de Berlim e o colapso da URSS. Portugal transforma-se, assim, num dos últimos bastiões do comunismo no mundo. Todos estamos cientes de que, em períodos de crise, os movimentos radicais e extremistas recuperam fôlego, conquistam seguidores e ganham terreno no plano político. O triunfo do radicalismo, quer seja de esquerda ou de direita, encontra-se entre os maiores receios da sociedade moderna. É neste cenário opressivo que se reencontram Francisco e Maria, dois antigos amantes mas agora em lados diferentes do conflito. Irá o regime comunista de Portugal manter-se por muito mais tempo? Revoluções por toda a Europa fizeram cair os regimes comunistas. Irá Portugal continuar a sobreviver num plano paralelo? Na obra, sobressai a imaginação na prosa fluida e os diálogos rápidos, cheios de significado e recados.

Filipe Verde dedicou mais de metade da sua vida à Antropologia, ciência que tem como objecto o estudo sobre o homem e a humanidade. Daí tem vindo, certamente, inspiração para os romances que escreveu no último ano. 1974 é o primeiro a ser publicado.

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Filipe Verde

1974

Esfera dos Livros


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Olhando para dentro: 1930-1960

GÉNERO - História

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A Objectiva, chancela da Penguin Random House, em co-edição com a Fundación Mapfre, tem vindo a publicar vários volumes da colecção História Contemporânea de Portugal, colecção dirigida por António Costa Pinto e Nuno Gonçalo Monteiro. Este quarto volume, intitulado Olhando para dentro incide sobre as décadas de 1930 a 1960. O que distingue esta de outras colecções sobre história contemporânea é o facto de conseguir enquadrar a economia, política, sociedade, diplomacia e cultura de Portugal nos contextos ibérico, atlântico e global. Tal permite estabelecer relações mais concretas e evidentes entre Portugal e a América Latina, o que é fundamental, pois estas obras inserem-se num projecto editorial mais vasto, denominado de América Latina na história Contemporânea.

A obra conta com textos de José Luís Cardoso, Bruno Reis, Pedro Aires Oliveira, Álvaro Garrido e Daniel Melo, especialistas nos campos da história, cultura e economia, com vasta obra científica publicada. Cada capítulo é escrito por um autor, à exceção de José Luís Cardoso que assina dois capítulos e é o coordenador do livro. As fotografias de época e os inúmeros quadros explicativos ajudam à compreensão dos textos e complementam-nos de forma bastante enriquecedora.

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José Luís Cardoso (Coord.)

Olhando para dentro 1930-1960

Objectiva: Penguin Random House


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A FRASE

Mesmo que tenhas dez mil plantações, só podes comer uma tigela de arroz por dia; ainda que a tua casa tenha mil quartos, nem de dois metros quadrados precisas para passar a noite. (Provérbio chinês)

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