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Ângela Costa: Como te chamas?

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ORIGINAIS - CONTO

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Estávamos em Outubro, era domingo, o tempo estava ameno e fomos surpreendidos com um barulho estranho…

Era um miar tímido e baixo, mas logo ganhou força e tornou-se alto e estridente.

Primeiro, ficámos espantados e um pouco receosos, avistámos dois pontos amarelos a espreitar por trás das plantas do jardim. Aproximámo-nos e descobrimos-te: uma bolinha de pelo preto e frágil Smile. Tu estavas receoso e começaste a rosnar. Sem medo nós aproximámo-nos e tentámos abraçar-te, mas tu afastaste-te.

Com muita paciência e dedicação, conseguimos domesticar-te… Será? Ou talvez tenhas sido tu a domesticar-nos, nosso preto querido e rebelde que nos estragas as cortinas, nos arranhas com sofreguidão e ronronas com gratidão… Sim, foste tu que nos domesticaste. A Vida sem ti já não faria sentido, nosso preto querido!

As tuas traquinices divertem-nos, não nos conseguimos zangar… Só não sabemos como te chamar.

Teria muito mais para dizer, mas tu já não me deixas escrever, agarras o lápis, mordes com gosto, colocas um sorrisoSmile no meu rosto!!!

Este texto, da autoria de Ângela Costa, 11 anos, residente em Grijó, foi um dos trabalhos vencedores do passatempo Dia Mundial da Criança da revista Livros & Leituras, em colaboração com a editora Verso da História. Os vencedores foram anunciados no passado dia 4 de junho de 2015.

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