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A Lenda da Padeira de Aljubarrota

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ORIGINAIS - LENDA

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A padeira de Aljubarrota é uma personagem muito curiosa que ficou para sempre ligada à Batalha de Aljubarrota, travada a 14 de Agosto de 1385, e na qual Portugal, sob o comando de D. Nuno Álvares Pereira, venceu os espanhóis.

Como em qualquer lenda há sempre um fundo verdadeiro. Na realidade, existiu, nessa altura, em Aljubarrota, uma padeira com o nome de Brites de Almeida. Consta que em criança já era alta, muito forte e resolvia tudo com violência. Mais tarde, aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que ganhou fama de ser muito valente, o que contribuiu para que Brites, antes de se tornar padeira, passasse por terríveis aventuras.

E tendo proposto um duelo a um soldado que com ela pretendia casar, feri-o de morte. Então, Brites de Almeida, com receio da justiça, fugiu para Castela de barco, o qual foi capturado por piratas mouros e Brites foi vendida como escrava. Mais tarde, com a ajuda de dois outros escravos portugueses, conseguiu fugir para Portugal numa embarcação que, atingida por forte tempestade, veio parar à praia da Ericeira.

O mais importante é reconhecer que Brites de Almeida, mal soube da batalha de Aljubarrota, pegou na primeira arma que encontrou e juntou-se ao exército português que derrotou o invasor castelhano. E quando chegou à sua casa, extremamente cansada, apercebendo-se, pelo ruído, de que dentro do forno, onde cozia pão estavam castelhanos escondidos, pegou na pá e matou sete.

Esta pá de forno foi religiosamente guardada por muitos séculos e fazia parte da procissão do dia 14 de agosto.

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