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Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

GÉNERO - Grandes Clássicos Portugueses

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Nesta obra da Esfera do Caos, encontramos uma crítica política e social ao Portugal contemporâneo. O seu autor é daqueles que acredita, e com toda a legitimidade, nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local. Camilo Mortágua é um dos últimos revolucionários românticos, pelos golpes com que abalou a ditadura de Salazar, como a Operação Dulcineia, o assalto ao avião da TAP em Marrocos e a fundação da LUAR. Ultimamente em trabalhado em projectos de desenvolvimento local, com grupos desprotegidos e comunidades em risco de exclusão.

O título provém de uma moda popular alentejana e serve de moldura ao conjunto de ideias e reflexões sobre os conceitos “rural” e “desenvolvimento”, tão descredibilizados nos últimos tempos, em contexto nacional.

O autor aponta a necessidade de uma estratégia territorial integrada noutras estratégias a nível mais abrangente. Relativamente à crise actual, descreve o processo que nos conduziu ao actual estado de coisas, debruça-se sobre o desequilíbrio entre os vários sectores da actividade económica., reflecte sobre a desertificação do interior do país, a pobreza, a exclusão social, o encerramento das escolas, regressando, em última análise, à questão dos rendimentos das actividades agrícolas.

Esta edição contou com os apoios da Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul, da Associação para as Universidades Rurais Europeias e da vila de Alvito.

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Camilo Mortágua

Tem coisas, ti Manel, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda e agora na a querem comer!

Esfera do Caos

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Na raiz de quase todas as misérias materiais e, sobretudo, morais, está uma falta de amor, uma fome de afeição que não foi satisfeita. (Georges Arnold)

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