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| HELENA SACADURA CABRAL: "QUERO TER AS MESMAS OPORTUNIDADES QUE OS HOMENS TÊM." |
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| ENTREVISTAS - Escritores |
| Escrito por João Baptista |
| Segunda, 26 Julho 2010 09:19 |
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Helena Aires Trindade de Sacadura Cabral, conhecida por todos nós apenas como Helena Sacadura Cabral, licenciou-se em economia. Ainda assim, são as suas palavras, os seus pensamentos e a sua extrema facilidade de comunicação que nos cativam e que tornam os seus livros verdadeiros sucessos de vendas. Helena foi a primeira mulher portuguesa a ser admitida no Banco de Portugal e desde há muito que é cronista em diversas revistas e jornais, participando também em programas radiofónicos e televisivos. É mãe de Paulo Portas e de Miguel Portas e transmite felicidade na sua forma de estar no mundo. Livros & Leituras – Como é que, na sua vida, a economia se mistura com as letras e se fundem numa coerência tão grande? Helena Sacadura Cabral – Não julgo ser possível a um economista não fazer da leitura uma prioridade. A necessidade de compreender o mundo económico na sua vertente social – a mais importante –, tem na escrita um aliado indispensável para que os outros nos possam compreender. O economista deve ser, acima de tudo, um humanista. L&L – Foi a primeira mulher a ser admitida nos quadros do Banco de Portugal. Como é que se sentiu nesse momento e de que forma é que essa emancipação se reflectiu no seu acto de escrita? HSC – Comecei a escrever sobre temas económicos muito antes de entrar no Banco de Portugal. A partir dessa entrada é que comecei a escrever sobre outros temas. Mas não creio que tenha havido qualquer ligação entre uma coisa e outra. A emancipação feminina é algo que vem de dentro, um desejo de justiça e de igualdade, no respeito pela diferença. Nunca quis - nem hoje quero - ser igual a um homem. Quero, sim, é ter as mesmas oportunidades que os homens têm. As diferenças biológicas, essas, aceito-as com naturalidade! L&L – Com uma ligação tão implícita à política, encara que o estado do país, as decisões dos políticos e outras coisas tais dariam um bom argumento para uma obra? Ou, pelo contrário, tudo é complexo e obscuro para o mundo das letras? HSC – A história de um país, o nascimento de uma Nação é quase sempre um bom ponto de partida para uma obra literária. A vida de alguns políticos também. L&L – “Querida menopausa”, escrito com a Rita Ferro, foi um sucesso de vendas. Na sua opinião, em que aspectos é que a escrita das duas se harmoniza? HSC – Somos pessoas muito diferentes e de gerações distintas. A Rita é uma romântica e eu uma pragmática. E o livro revela bem estes nossos dois lados. Mas temos em comum, para além da amizade mútua, um enorme sentido de humor e um imenso gosto de viver. Foi isto que transformou as cartas que fomos escrevendo uma à outra num livro que, ainda hoje, continua a vender-se! L&L – O amor é um tema presente nos seus livros e crónicas. Com que olhos encara o amor entre as pessoas e a vida num país tão carente, por vezes, de quase tudo? HSC – É uma pergunta bem difícil de responder. “O amor e uma cabana” pode servir de slogan publicitário, mas na vida real não é assim. O momento que estamos a viver pode, nalgumas famílias mais fragilizadas, impedir ou até destroçar as relações afectivas. L&L – Em “As Nove Magníficas” atrevo-me a referir que faz um tributo ao valor da mulher. Sente-se uma feminista vincada neste país ainda de muitos homens? HSC – Não, não sinto. Sei que devo muito das liberdades de que hoje usufruo à luta das feministas. Mas gosto muito de ser mulher e a minha reivindicação é pela igualdade de oportunidades para ambos os sexos. E esta luta não pode, não deve ser só de um dos géneros. É algo que diz respeito à Humanidade. L&L – “Coisas que eu sei… Ou julgo saber” é o seu último livro. Diga-me uma coisa que já sabe bem e outra que ainda só julga saber. HSC – Já sei que o mais importante, para mim, é a família. E julgo saber que jamais farei parte de um partido político. L&L – Considera que a comunicação social faz um trabalho positivo e suficiente de divulgação das obras portuguesas? HSC – Alguma comunicação social sim. L&L – Vimo-la muitas vezes a expressar opiniões com a Margarida Rebelo Pinto num dos programas da tarde. Nunca receou que duas gerações diferentes com registos literários também diferentes pudessem divergir na forma de pensar e de estar? HSC – Devo confessar que não. O receio só se instala quando desconfiamos da qualidade do “outro”. Eu não conhecia bem a Margarida e pareceu-me um repto delicioso cruzar gerações e posturas diferentes. Hoje conheço-a melhor e a dupla funciona. A Margarida é, aliás, uma mulher que ganha em ser conhecida. L&L – O seu blogue tem um largo número de visitantes e é actualizado com regularidade. Usa a internet como diário público e exercício de escrita ou, pelo contrário, o intuito é abranger mais leitores? HSC – As duas coisas. E ainda como uma disciplina pessoal de escrita. Num blogue o essencial é ser sucinto e actual. Gosto de ambos os aspectos. Ganho leitores e exercito a síntese que é indispensável ao economista. L&L – A era da tecnologia trouxe também os livros digitais. Como encara estas ferramentas online? HSC – Com o prazer que sempre tenho de experimentar coisas novas. Mas duvido que, alguma vez, perca o lado sensual de folhear e afagar um livro impresso… L&L – O que aconselha os leitores da Revista Livros & Leituras a ler neste Verão? HSC – Gosto muito de biografias. Aconselharia assim os leitores a lerem “MULHERES QUE AMARAM DEMAIS”, um livro meu que sairá daqui a um mês na Esfera dos Livros e que revela o lado mais escondido de mulheres como Marie Curie, Golda Meïr, Jackie Kennedy ou Marguerite Yourcenar, entre outras. |
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