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És tão novo! - Pareces - me um barco que empreende viagem. - Esse ligeiro desvio de agora, se não o corrigires, fará com que no fim não chegues ao porto. (Josemaría Escrivá)

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O MILIONÁRIO PREGUIÇOSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Economia
Escrito por Carla Carvalho   
Quarta, 10 Março 2010 13:38

Da colecção Economia & Gestão, o livro da Europa-América começa logo por lembrar na capa uma das célebres frases de Leonardo Da Vinci: “Os génios às vezes conseguem mais quando trabalham menos”.

Em “O Milionário Preguiçoso”, o leitor fica convencido que afinal não é preciso suor e lágrimas para se ser podre de rico ou atingir o sucesso.

Aqui encontramos uma ideia inovadora que Marc Fisher deslinda neste novo livro!
Também lhe vai mostrar como, com a ajuda da sua mulher, ele usou o seu tempo livre para transformar algumas centenas de dólares num pé-de-meia de alguns milhões…

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Marc Fisher

O Milionário Preguiçoso

Publicações Europa-América

 
LEITURA DE POEMAS ASSINALA O DIA MUNDIAL DA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
NOTÍCIAS - Recentes
Escrito por Lurdes Breda   
Quarta, 10 Março 2010 10:52

Com o intuito de comemorar o Dia Mundial da Poesia 21 de Março a Biblioteca Municipal de Penamacor leva a efeito, no dia 20 de Março, um workshop de poesia, seguido de leitura de poemas pelo grupo “Oficina de Poesia”. Esta actividade decorrerá pelas 16.00 H, na Sala Polivalente.

Através da leitura de poemas, pelos próprios poetas, a “Oficina de Poesia”, do Centro de Estudos Sociais, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, promete uma tarde cheia de surpresas poéticas.

A “Oficina de Poesia” é um curso livre da Faculdade de Letras da Universidade, criado pela Professora Doutora Graça Capinha, no ano lectivo de 1996-1997, e integra o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Menos curso, e mais oficina, a discussão parte dos textos produzidos pelos/as participantes e vai da prática à teoria, num movimento de espiral. Uma espiral que se desenha a vários dedos, já que os poetas da “Oficina de Poesia” provêem das mais diversas áreas de conhecimento: das Letras à Física, passando pela Medicina, Sociologia, Filosofia, Ciências da Educação, Direito...

Neste curso, o discurso poético é entendido como um marginalizado discurso do conhecimento e como uma prática de cidadania: um trabalho de intervenção sobre a linguagem do senso-comum, e uma responsabilidade de interferir na ordem do mundo (sobretudo, na ordem do mundo daqueles que nunca foram expostos ao discurso poético). Deste entendimento resultam as leituras públicas e o interesse pela exploração de outras linguagens do saber.

Dos anos de existência deste grupo resultaram a publicação da revista internacional “Oficina de Poesia”, bem como leituras públicas, acções de rua, performances com actores (João Grosso) e bailarinas/os (a espanhola Cristo Torres), ateliers em escolas (para professores e alunos), colaboração com outros projectos (Belgais) e muita, muita poesia publicada em várias revistas de poesia nacionais e internacionais (Sibila, Arquitrave, Confraria do Vento, Name, Zunai), em antologias e livros de poemas.

 
CASTORZINHO A PENSAR... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Infanto-Juvenil
Escrito por Mário Gonçalves   
Terça, 09 Março 2010 21:34

São histórias com problemas que se cruzam com personagens encantadoras e desafios divertidos. São sementes de entusiasmo aliadas à aprendizagem; são momentos criativos que estimulam os mais novos e lhes devolvem a bela capacidade de criar, (re)inventar, sonhar e fantasiar.

É, deste modo, que se pode apresentar a colecção de quatro livros infantis "Castorzinho a Pensar – Histórias com Problemas". Cada livro é destinado a um ano de escolaridade diferente, abrangendo os quatro do 1º Ciclo do Ensino Básico.

Formas simples de associar a componente lúdica à pedagógica foi o principal objectivo dos autores Helena Monteiro e João Nuno Baptista. Estes, tendo em conta toda a estrutura da obra, optaram por ilustrações de uma criança, tal e qual como esta as desenhou. Desenhos belos pela singularidade de traços que apresentam e pela verdade que, desde sempre, revelam.

Uma colecção trabalhada em várias escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, despertando os mais novos para a possibilidade das palavras voarem pelos cálculos e da Língua Portuguesa e a Matemática caminharem de mãos dadas, ao encontro do que todos procuram: a alegria de vida.

A colecção é da Editora Nova Educação e encontra-se à venda no site da mesma e nas grandes superfícies comerciais.

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Helena Monteiro e João Nuno Baptista

Castorzinho a Pensar – Histórias com Problemas – 1º, 2º, 3º e 4º anos

Editora Nova Educação

 
BISNETO DE EÇA DE QUEIROZ ESTREIA-SE NA FICÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
NOTÍCIAS - Recentes
Terça, 09 Março 2010 19:54

A Guerra e Paz lança esta semana o romance de estreia de António Eça de Queiroz. “O Romance Ilegal do Sr. Rodolfo” conta uma história empolgante que envolve um excêntrico antiquário, um procurador do Ministério Público e uma mulher misteriosa.

 
UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Gestão
Escrito por Mário Gonçalves   
Segunda, 08 Março 2010 10:55

Esta segunda-feira, dia 8 de Março, assinala-se mais um Dia Internacional da Mulher. “Um Mundo Liderado Por Mulheres” assume o desafio de conceber um Mundo Novo, um mundo que dê corpo à ideia do “Paraíso na Terra” ― o único paraíso racionalmente possível, segundo o autor ―, convocando a Mulher como o paradigma de uma liderança capaz de mudar a nossa atitude perante a vida e os outros.

Nesta obra, Francisco Domingues lembra que o que existe agora é “um mundo de violência, de guerra, de competição desenfreada, de corrupção, de ambições desmedidas e de desigualdades”. O que se pretende é uma sociedade de fraternidade universal.

O livro apresenta ideias que nos fazem pensar. Para uns, elas são radicais e utópicas, para outros são magistrais linhas de força de um programa indispensável e urgente, embora revolucionário por atentar contra o sistema instituído.

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Francisco Domingues

Um Mundo Liderado Por Mulheres

Esfera do Caos
 
ZILDA CARDOSO: A REVISTA DIGITAL AINDA É UM OBJECTO ESTRANHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
ENTREVISTAS - Escritores
Escrito por João Baptista   
Domingo, 07 Março 2010 23:16

Zilda Cardoso nasceu e estudou no Porto. É bacharel em Contabilidade e licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem publicações em diversos jornais diários e foi coordenadora de uma página n’ O Comércio do Porto sobre problemas femininos. Apaixonada pela arte, pela natureza e pela simplicidade dos momentos, é autora de livros como “Ana Augusta” e “Cerejas de Celulóide”, entre outros.

Livros & Leituras - Como é que áreas tão divergentes como a contabilidade, a filosofia e as letras se conjugam harmoniosamente numa só pessoa?

Zilda Cardoso - Talvez não sejam muito divergentes. Todas elas fazem parte da minha formação. A contabilidade serve para moderar enlevos românticos e fantasias da literatura, mas não os inviabiliza. Abranda-os. Leva a pensar de forma moderadamente racional. Por exemplo, um dos meus sonhos de sempre, os que recorrem constantemente desde que me conheço é o da felicidade de me sentir a caminhar com os pés a uma certa distância do chão, um palmo. Quando acordo, sinto imensa pena de verificar que na realidade não o consigo. Mas o sonho era tão real que me deu uma felicidade enorme e isso me basta. É um sonho moderado. Não sonho muito com voar, se bem que também sonhe voar. Quanto à filosofia… é indispensável conhecer o pensamento dos que se habituaram a pensar e a usar a inteligência para o bem, ou a bem usar a inteligência. Como sabe, não descobrimos muitos caminhos interessantes desde os Gregos senão no campo da tecnologia.

Olhe, quando fui para a 1ª escola, tinha 7 anos. Não sabia nada de escrita nem de leitura, mas fiquei muito interessada, logo no 1.º dia. E depois das férias de Natal, nesse 1.º ano, passei para a 2ª classe. Também fiz os exames da 3ª e da 4ª no mesmo ano, aos 9 anos. Era a melhor aluna da escola, excelente a Português, menos excelente a Matemática, mas logo a seguir… Não, não vejo como podem divergir estas disciplinas: matemática, contabilidade, economia, filosofia, letras e artes, experiência de vida…

L&L - O livro que publicou em 2001, “A Rua do Paraíso”, retrata uma das mais emblemáticas artérias da cidade do Porto. Pode considerar-se esta obra como um elogio à bonita cidade que a viu nascer?

ZC - A Rua do Paraíso era um lugar quase medieval nessa época. Por isso, vista à distância e como recordação de infância, era romântica e bela. Na realidade, nunca foi: na época era suja e confusa e barulhenta. Era também movimentada: desde manhã cedo, aconteciam coisas, passavam vendedores ambulantes que apregoavam os mais variados produtos quase todos malcheirosos, havia circo e teatro de fantoches, concertos de ceguinhos, sessões de vendedores da banha da cobra e fotógrafos à la minute… como num filme de Kusturica. Os públicos faziam gestos de significado misterioso, discutiam, envolviam-se em pancadaria, mas conheciam-se. Havia entre as pessoas, uma relação intensa e apaixonada, eram solidárias e… eu tenho delas as mais divertidas recordações. E, como diz Agustina, as lembranças da infância dão as melhores histórias. Depois da publicação do livro, muitos foram visitar a rua: devem ter ficado profundamente desiludidos. Mas eu gosto da minha cidade, quis e quero dá-la a conhecer no que tem de bom e no que tem de menos bom.

L&L - Como surgiu a colaboração com a pintora Elvira Leite e a respectiva fundação da galeria de arte naif?

ZC - Depois da minha continuada colaboração em jornais diários, e sobretudo em O Comércio do Porto, apeteceu-me fazer outra coisa. Em conversa com a Elvira Leite que é pintora e metodóloga de grande valor, a quem estimo e admiro, surgiu a ideia de abrir uma galeria de arte que fosse diferente das outras. Por que não “naif”? Ambas gostamos desse tipo de arte e ela tinha os conhecimentos necessários, os contactos possíveis. Deu-nos imenso gozo esse trabalho em conjunto. E depois voltei-me para o “design” contemporâneo.

L&L - Acredita que é, deste modo, a multiplicidade de interesses que tem que faz com que tenha um olhar tão direccionado para o mundo que a rodeia?

ZC - Acredito. Na verdade, estou interessada em muitos temas que parecem de tal modo diferentes… O mundo é assim mesmo, vivemos nele, atrevo-me a dizer, é nosso. E é múltiplo. É claro que seria mais fácil de entender se fosse uno. Mas como o entenderemos se não formos nós próprios múltiplos? E experientes de experiências muito diversas?

L&L - Qual a diferença mais significativa que encontra entre os seus livros “Cerejas de Celulóide” e “Ana Augusta”?

ZC – “Ana Augusta”  é o que mais se assemelha a um romance, é a história romanceada da minha bisavó. Fiz investigação genealógica, andei anos nos arquivos distritais, na Torre do Tombo… Fiz um curso género pós-graduação na Universidade Moderna sobre História da Família. Divertiu-me muito o que descobri nos documentos e nas conversas com quem conviveu ou ouviu falar das pessoas de quem falo. Escrever um livro de genealogia rigorosamente científico não me interessava porque um livro desses só pode assemelhar-se a um dicionário e ser excelente referência. Por isso, imaginei o que não constava nos documentos e fiz um romance em que diligenciei interpretar que motivos levaram a certos comportamentos, que paixões, que desejos… E procurei entender.

L&L - Em “Cerejas de Celulóide” o leitor pode encontrar uma vertente saudosista muito grande. Concorda?

ZC – “Cerejas de Celulóide” é um livro de recordações como são quase todos. Mostro uma realidade problemática, talvez tenha aptidão para captar problemas. Por isso, este livro, como os outros que escrevi, pode ser uma fonte de informações sem deixar de ser literatura já que está construído entre o real e o simbólico. Talvez não tenha conseguido a objectividade que pretendia para as personagens, mas não deixam de ser personagens. E alguns dos acontecimentos que relato aconteceram na realidade; outros… apenas desejei que acontecessem para que justiça se fizesse. Disse o que sentia, o que observei, o que pensei acerca deles; disse de forma diferente, com palavras que me agradaram, desejando manter uma relação amorosa com o leitor. Provavelmente não consegui. Apreciaria que a sociedade em que vivo fosse diferente e poder contribuir para isso sem ter que inventar grandes personagens dramáticas e estafados e grandiloquentes lugares comuns. Apesar de tudo, acho que o meu discurso é moral. Vertente saudosista? Não sei, da infância ou antes do passado temos sempre saudades porque gostamos de o idealizar.

L&L - Se tivesse de, em poucas linhas, descrever a sua forma de escrita e aquilo que a inspira, como o faria?

ZC - O que pode despertar o meu desejo de escrever é, por exemplo, o remexer em fotografias antigas e em papéis, meus escritos mais ou menos velhos; ou um acontecimento inesperado e chocante e tocante; um pedido formal para escrever sobre isto ou aquilo; ou uma dor sofrida e ampliada. E acontece quando me sinto quase perdida de solidão, quando esse sentimento ultrapassa o desejado e fico farta da conversa comigo, já não posso ouvir-me ou não tenho mais nada para me dizer. Pode suceder que tente arranjar companhia na escrita. Tenho uma obsessão pela difícil verdade que será, como dizem, o estranho caminho do filósofo para quem cada ponto é uma encruzilhada. A crónica, o artigo de opinião de pessoas inteligentes e não hipotecadas a este ou àquele partido político; o ensaio de divulgação científica; a poesia. Todos eles activam a minha vontade de escrever e são o meu género de leitura e de escrita favorito. Na minha forma de escrita procuro (não quer dizer que encontre) a simplicidade, a correcção, a novidade, o equilíbrio. Tenho um fascínio pela beleza, pela consciência da poesia que está nas coisas simples e naturais e as ilumina.

L&L - Agustina Bessa-Luís apresentou publicamente uma das suas obras. O que se sente em momentos destes?

ZC - Agustina, Mário Cláudio, Miguel Veiga, Helder Pacheco, Elvira Leite, Faro Barros, Leonor Xavier foram encantadores e eu senti-me desvanecida, sabendo que nenhum deles estava a fazer crítica, mas a apresentar uma obra que supostamente lhes agradara. E a ajudar o público a entendê-la. Por isso, para além de me sentir bem, estive sempre com os pés assentes no chão.

L&L - Alguns dos últimos escritos da Zilda fazem referência à importância da meditação. Será este um dos temas abordados num próximo livro?

ZC - Não o creio.

L&L - Qual, na sua opinião, o escritor que em 2009 mais se conseguiu aproximar das reais necessidades do público actual?

ZC - Realmente não sei. Penso e gosto de ler António Lobo Antunes porque é suficientemente louco (mesmo não sendo jovem) para se aproximar do actual público e das suas necessidades neste mundo louco. E essa loucura é palpável em todas as artes actualmente: no cinema, na pintura (que quase não há), na escultura, na fotografia, nos modelos de vestuário (que não são para vestir)…

L&L - Passeando pelo seu blogue (http://zildacardoso.blogs.sapo.pt), o leitor encontra retalhos de momentos repletos de sentimento e ternura. Como surgiu esta iniciativa e como consegue estar por inteiro neste campo, uma vez que não nasceu na era da internet?

ZC - Tenho permanentemente um desejo de escrever e depois de tantos anos seguindo outros caminhos talvez não me apeteça muito escrever livros, embora tenha e esteja a trabalhar noutros projectos de escrita. É simples escrever no computador (raramente escrevo directamente no computador) e muito fácil corrigir. Em geral,  escrevo primeiramente num pequeno papel à mão, para aproveitar o momento, e depois passo para o computador que realmente simplifica o arranjo final. Não me perturba nada o instrumento. Tenho pena não tirar dele um bom proveito, mas para ter lições formais para trabalhar como deve ser, acho que já não tenho paciência. Aproveito as vantagens.

L&L - Afirmou no Twitter “O Inverno é a minha descrença”. Não é esta estação do ano uma boa fonte de inspiração para a escrita?

ZC - Não gosto do Inverno nem do nevoeiro nem dos ventos agressivos nem de chuvas torrenciais nem das grandes ondas que devoram. Tudo isso são agressões e violência que não aprecio. Gosto da chuva que cai devagarinho e que saboreio apanhar e deixar escorrer por mim, deleito-me com a brisa que acaricia, com o sol nascente e o azul e o calor que conforta. E com o verde tranquilo dos jardins primaveris, com os seus coloridos suaves, os perfumes. E gosto do silêncio, adoro o silêncio das manhãs junto do mar ou na montanha com muito espaço e onde os pequenos ruídos são música suave.

L&L - Tratando-se a Livros & Leituras de uma revista digital, como encara esta “nova forma” de leitura através do computador?

ZC - Uma revista digital para mim ainda é um objecto um pouco estranho. Calculo que a maior parte do público aprecia folhear uma revista que viu nas bancas dos quiosques, das livrarias, dos supermercados; que em geral são coloridas e sólidas e lhe permitem passear ao mesmo tempo que as tocam; ou sentar-se num banco de jardim; ou fazer outra coisa qualquer. Para já, terão poucos leitores ou estou enganada? No futuro será diferente com toda a certeza, vamo-nos habituando ao virtual, mas não será tempo demasiado na frente do computador? Ou arranjaremos outra forma de ler, outra luz, outro tipo de ecrã ou outra posição…?

L&L - Acredito que já tenha tido oportunidade de “passear” pela revista Livros & Leituras. O que gostaria de ver abordado nesta publicação digital?

ZC - Gostaria de ver abordados os mesmos assuntos que me dá prazer ver numa qualquer revista cultural. Ou seja, para além de crítica de livros conscienciosa, e de notícias de acontecimentos culturais, apreciaria artigos de intervenção, sem chavões, sem maledicência e sem lamentos, mas de estímulo para que todos se sintam na alegre obrigação de contribuir para um mundo onde todos gostem de viver. Seria planear o mundo e ajudar a construí-lo tal qual. A intenção será que quem lê seja estimulado para que desperte a sua imaginação criadora e vá por aí fora regozijando-se com o que está a ver, a pensar e eventualmente a criar. Para o bem de todos. (Não seria bonito? Um sonho bonito?)

 
JOÃO BAPTISTA É O NOVO COLABORADOR DA LIVROS & LEITURAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
NOTÍCIAS - Recentes
Escrito por Sílvia Fernandes   
Domingo, 07 Março 2010 22:28

João Nuno Marcos Baptista, nascido a 21 de Dezembro de 1985, natural do Teixoso, Concelho da Covilhã, é licenciado no Curso de Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico e encontra-se a leccionar no Concelho da Amadora.

Desenvolveu desde novo o gosto pela leitura e pela escrita e, como tal, a “aventura mágica das palavras” é uma marca presente na sua vida.

Em 2007 escreveu o livro Peças Soltas (prosa e poesia) editado pela Corpos Editora. Foi, em 2008, co-autor, juntamente com Helena Monteiro, da colecção Castorzinho a Pensar – Histórias com Problemas, destinada aos quatro anos do Ensino Básico, editada pela Editora Nova Educação.

Participou também no livro Nas águas do Verso – 107 poemas, 107 autores, tendo sido este editado pelas Edições Ecopy.

De referir os vários artigos escritos para a revista Hospitalidade e para o jornal Hora Jovem. Conseguiu ainda classificar-se num dos Concursos Literários das Edições AG.

Como as palavras são sempre o espelho da alma humana, o seu blogue retrata muito do que vai vivendo – http://joaonunomb.spaceblog.com.br

Obrigada João Baptista.

 
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4ª feira, 10 Março 2010

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