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A sabedoria é saber o que se deve fazer; a virtude é fazê - lo. (David Starr Jordan)

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MORREU MIGUEL DELIBESMorreu em Valladolid o escritor espanhol, cujas obras se centravam na vida rural e em personagens assolados por encruzilhadas existenciais. Tinha 89 anos.

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CÁ EM CASA SOMOS... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Infanto-Juvenil
Escrito por João Baptista   
Sábado, 13 Março 2010 10:25

“Cá em Casa Somos” é um livro marcado pela originalidade que, sem qualquer margem de dúvida, permite ao leitor entrar por um mundo de fantasia onde há lugar para tudo aquilo que for desejado, pensado ou sentido. Sentimo-nos parte integrante das páginas que desfilam entre ilustrações de uma simplicidade tão grande que encantam por isso mesmo. As cores, essas, despertam o instinto de qualquer miúdo ou graúdo.

A história resume-se em poucas palavras: numa casa mora uma família composta por seis cabeças, setenta e dois dedos, vinte dedinhos, vinte dedões, dezasseis maminhas, mil trezentos e cinquenta e um ossos, três mil quinhentos e sessenta sinais e oitenta mil fios de cabelo.

Devem estar, neste momento, todos os leitores a perguntar-se como é que tudo isto é possível, quantos são e quem são!? Pois bem, o que a autora sugere é que se façam as contas e, a jeito de aviso, vai ser preciso começar e recomeçar muitas vezes.

As ilustrações são de Madalena Matoso que, devido ao seu excelente trabalho, foi distinguida pelo Prémio Nacional de Ilustração 2009. A autora de tanta criatividade é Isabel Minhós Martins.

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Isabel Minhós Martins

Cá em Casa Somos...

Planeta Tangerina

 
XI MORA CAIADA DE CONTOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
NOTÍCIAS - Recentes
Sexta, 12 Março 2010 17:53

A Câmara Municipal de Mora, o Centro Infantil da Santa Casa da Misericórdia de Mora e o Agrupamento de Escolas de Mora, através da Biblioteca Municipal vão organizar o “XI Mora Caiada de Contos” – Contos sem conto, partilhar, contar..., no dia 7 de Abril de 2010. Este será um dia reservado a conferências, cujos destinatários serão professores, educadores, responsáveis e técnicos de bibliotecas (públicas e escolares) e animadores.

Para mais informações e respectiva inscrição nesta activade devem ser contactados os serviços da Câmara Municipal de Mora, através do número de telefone 266 439 079, o E-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou, em alternativa, a Casa da Cultura de Mora, Rua de São Pedro, 7490 Mora, até ao dia 31 de Março.

Contos sem Conto, Partilhar, Contar... tem a seguinte programação:

9h00m – Recepção aos participantes

9h30m – Inauguração da Feira do Livro

10h00m – Abertura Lúdica – “As Palavras Cor-de-Rosa e as Palavras Cinzentas”

10h30m – Abertura Oficial

10h45m – Intervalo

11h00m – “Ao sabor das Palavras”

Joana Cavalcanti

12h00m – “Bem Dita a Escrita”

Lurdes Breda 

13h00m – Almoço livre

14h30m – “Bonecos Para Que Vos Quero”

Paulo Galindro

15h30m – “Contos Sem Conto, Partilhar, Contar…”

Carlos Moreira

Clara Haddad

21h00m – Animação – “As Palavras Cor-de-Rosa e as Palavras Cinzentas”

21h30m – Jorge Serafim 

Intervenientes:

Joana Cavalcanti – Escritora, professora, licenciada em Teoria da Literatura, com enfoque na Literatura Infanto-Juvenil e Psicanálise. Actualmente, é professora na Faculdade de Paula Frassinetti do Porto, onde coordena o “Projecto de Investigação Leitura: o despertar para a cidadania” e é membro do Conselho Científico desta faculdade. Tem, publicados no Brasil, os livros “O jornal como proposta pedagógica” e “Caminhos da Literatura Infantil e Juvenil” e em Portugal “Malas que contam histórias”.

Lurdes Breda – É natural de Montemor-o-Velho. Frequenta o curso de Línguas e Literaturas Modernas – Variante Estudos Portugueses, da Universidade Aberta. Foi premiada em diversos certames literários nacionais e internacionais. É autora de oito obras literárias e co-autora de outras quatro (três das quais editadas no Brasil). Com o intuito de promover a inclusão das pessoas portadoras de deficiência na sociedade, participa em projectos que englobam a literatura, a música e as artes de palco, em parceria com a APPACDM – Unidade Funcional de Montemor-o-Velho.

Paulo Galindro – Nasceu a 11 de Julho de 1970. Licenciou-se em Arquitectura e é ilustrador infantil. Ilustrou os livros “Chiu!”, “O Cuquedo” e "O tubarão na banheira". Este último, da autoria de David Machado, ganhou o Prémio Autores SPA/RTP de Literatura Infanto-Juvenil. Tem, ainda, em parceria com a Natalina Cóias, participado em várias exposições de ilustração para a infância, através do projecto “O Voo do Pintarriscos”.

Carlos Moreira – Nasceu no estado de Santa Catarina, Brasil, e iniciou o seu trabalho de actor no Grupo teatral independente. Participou em oficinas de teatro e arte no CIC (Centro Integrado de Cultura) e fez formação artística na Ribalta Escola de Actores, em Florianópolis. Cursou na UDESC (Universidade Estadual de Santa Catarina) e ingressou no A.C.T (Atelier de Criação Teatral) no Paraná. Fez, ainda, vários cursos no CIM (Centro Investigação do Movimento). Em Portugal, deu continuidade ao seu trabalho, em conjunto com a Associação Nariz Vermelho. Colabora, como contador, na Fundação do GIL. Participou em cursos de clown (em Barcelona, Valência e Portugal), de Arte de contar Contos e num Workshop Teatro Visual. Desenvolve acções de conto em diversas escolas, bibliotecas e tem participado em festivais e encontros. Integrou o elenco do Espectáculo Infantil Supercalifragilisticexpialidocious e integra o elenco do Patinho feio – Atelier para Bebés d’ O Bichinho do Conto.

Clara Haddad – Nasceu em São Paulo, Brasil. É actriz e contadora de histórias profissional e tem realizado apresentações em vários países: Brasil, Portugal, Espanha, Bélgica, Perú, Venezuela entre outros. Desde 2005, fixou residência em Portugal e coordena a "Contos da Carochinha-Brincadeiras com arte", onde dinamiza workshops e formações na arte de contar histórias, dança e teatro. É programadora da "Quarta dos Contos" noite de contos para adultos realizada no café-bar Tertúlia Castelense, na Maia. Possui formações em Clown,Teatro Físico (Loius Lois, Moveo), Narração Oral, Cinema e TV, Dança-Teatro (Edge Perform Art Center e Madonna Grimes Fitnnes and Theatre – E.U.A), é também membro da "Red Internacional de Cuenta Cuentos".

Jorge Serafim – Poeta e contador de histórias, é natural de Beja, onde exerceu funções na Biblioteca Municipal. Aí reforçou o gosto pela leitura e pela escrita, nos seus mais variados registos. Tornou-se conhecido, como humorista, devido à sua participação regular em programas de televisão como: “Levanta-te e Ri”, da SIC, “Sempre em Pé”, da RTP2, e “Sexta à Noite”, da Rtp1”. Mantém, actualmente, colaboração com o programa da SIC “Fátima Lopes”. Escreveu o livro de poesia “A sul de ti” e dedica-se a contar histórias pelo país e pelo mundo, associando esta arte à promoção do livro e da leitura.

 
CARTA ABERTA A SALAZAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - História Verídica
Escrito por Paulo Martins   
Sexta, 12 Março 2010 15:46

Muito já se escreveu sobre António Oliveira Salazar. Todavia, alguns relatos parecem mais fidedignos do que outros. “Carta Aberta a Salazar” parece ser um deles, isto porque “ninguém conhece melhor o amo que o seu criado de quarto.”

Henrique Galvão recorria frequentemente a esta ideia para, de forma alegórica ― considerando ter sido «criado de quarto de Salazar» ―, significar que, por ter servido intimamente o ditador e o regime, ninguém os conhecia melhor do que ele.

Aqui, encontramos uma das mais brilhantes análises, a que podemos ter acesso, da ideologia salazarista e da personalidade do ditador, por um lado, e, por outro, dos resultados obtidos pelo Estado Novo ― a sua «ver­dadeira obra» ― nos planos social e económico.

As três primeiras edições deste livro, de 1959, foram apreendidas pela PIDE quase à saída da máquina. Uma nova edição surgiu na Venezuela, em 1960, e entrou clandes­tinamente em Portugal ― também desta, poucos foram os exemplares que escaparam às garras da polícia política. A edição que agora fica disponível não vai ter, naturalmente, o mesmo destino! O livro é da Esfera do Caos.

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Henrique Galvão

Carta Aberta a Salazar

Esfera do Caos

 
O RASTRO DO JAGUAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Romance Histórico
Escrito por João Almeida   
Sexta, 12 Março 2010 13:11

O livro, Prémio Leya 2008, é baseado em factos verídicos e personagens reais. “O Rastro do Jaguar” é um empolgante fresco dos intensos choques culturais e sociais que marcaram o século XIX e a relação dos europeus com as suas antigas colónias agora independentes.

O jornalista e escritor brasileiro, Murilo Carvalho, apresenta-nos uma combinação de narrativa histórica com arte poética. Aqui encontra uma interessante história que atravessa França, Portugal, Brasil, Paraguai e Argentina.

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Murilo Carvalho

O Rastro do Jaguar

Bis / Leya

 
MARIA ALMIRA SOARES: PLANO NACIONAL DE LEITURA ESTÁ A CRIAR CONDIÇÕES DE ACESSO AOS LIVROS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
ENTREVISTAS - Escritores
Escrito por Mário Gonçalves   
Quinta, 11 Março 2010 21:12

Maria Almira Soares é licenciada em Filologia Clássica e pós-graduada em Educação e Leitura. Sendo professora de Português, Literatura Portuguesa e Latim, desenvolveu actividades de promoção de leitura na Biblioteca da Escola Secundária José Gomes Ferreira. Actualmente coordena a comunidade de leitores LERDOCELER. No domínio da língua e literatura portuguesas, publicou Como Fazer um Resumo, Para uma leitura de Mensagem e Para uma leitura de Folhas Caídas e, em co-autoria, Saber Escrever Saber Falar e Saber Escrever uma Tese. Publicou ainda os ensaios: Memorial do Convento - Um Modo de Narrar; Frei Luís de Sousa - Um Drama Psicológico; Ensinar-Reflexões sobre a Prática Docente e Como Motivar para a Leitura. É autora do conto infantil A Revolta das Frases. Foi distinguida com os seguintes prémios: Prémio de Revelação da APE/2003 - Literatura para a Infância e a Juventude para: A Revolta das Frases; menção honrosa, no Prémio Vergílio Ferreira – Ensaio Literário/2004 da Câmara Municipal de Sintra para: As Heteroleituras de Fernando Pessoa; Prémio Vergílio Ferreira - Ensaio/2010 da Câmara Municipal de Gouveia para: Vergílio Ferreira - O Excesso da Arte num Professor por Defeito.

 

Livros & Leituras – Como reagiu ao facto de ganhar o Prémio Vergílio Ferreira - Ensaio/2010 da C. M. de Gouveia?

Maria Almira Soares – Foi a primeira vez que concorri ao «Prémio Vergílio Ferreira» do Município de Gouveia. Sabia da sua existência, como parte da minha atenção generalizada às coisas da cultura, nomeadamente da literatura. Este ano, porém, aconteceu que o lançamento do Prémio ocorreu numa altura em que eu estava a concluir a escrita de um ensaio, precisamente sobre Vergílio Ferreira. Assim, como que naturalmente, resolvi concorrer. O meu interesse por Vergílio Ferreira é antigo, profundo e sempre determinante da vontade de saber. Sempre li Vergílio Ferreira como detentor de uma complexidade mobilizadora da emoção e desafiadora do conhecimento. Todavia, verificava que a grande massa do interesse suscitado se polarizava em torno do Escritor, deixando na obscuridade o Professor, talvez como se fosse um tema menor. De outro modo, em mim, a leitura de Vergílio Ferreira provocava um fascínio crescente pela sua identidade docente, pela relação entre o Escritor e o Professor e sobretudo pelas relações alegadamente difíceis entre a Arte e a Escola. E, sendo assim, este meu ensaio atribui importância à Escola e à Docência, enquanto elementos significativos para o conhecimento de Vergílio Ferreira. O seu título, O Excesso da Arte num Professor por Defeito, pretende significar o cerne da minha ideia sobre a relação entre o criador literário e o professor. Vergílio Ferreira assume a Arte como transcendência e consciencializa a docência como perda, mas… — e aqui reside a resolução positiva e harmónica desta equação — a Arte transborda para a Aula e faz com que a docência se una à totalidade do homem, criador literário e professor que foi. O meu ensaio, agora premiado, resulta de um estudo profundo realizado com muito gosto. Assim, sinto uma grande satisfação por ter havido quem o avaliasse positivamente. O reconhecimento do meu trabalho dá-me alegria. Do prémio, faz parte a publicação, facto que considero importante por permitir a comunicação com os possíveis leitores e, desse modo, constituir um contributo para o conhecimento de Vergílio Ferreira. 

 

L&L – O ensaio é a sua eleição?

MAS – Sou uma leitora incansável mas criteriosa e crítica. Daí a minha propensão para a escrita de ensaio sobre obras literárias mas também sobre temas relacionados com a Escola e a Leitura. Escrever ensaio é pensar sobre o que nos fascina ou nos preocupa. Isto não quer dizer que não pratique e não goste de outro tipo de escrita: a ficção.

L&L – Qual foi o livro que gostou mais de escrever?

MAS – Gosto de escrever. De estar a escrever. Do processo da escrita. Seja qual for o projecto de momento.

L&L – Porquê?

MAS – O processo da escrita é um acto de descoberta difícil mas emocionante. Estar envolvida nessa procura do sentido que as palavras prometem e saber reconhecê-lo é uma coisa que gosto muito de fazer.

L&L – Qual o livro que vai merecer um próximo ensaio?

MAS – Gostaria de escrever sobre Hélder Macedo… Vamos ver…

L&L – Por que motivo resolve passar do ensaio para o conto infantil?

MAS – Não se trata de «resolver passar». Às vezes, as palavras que estou a escrever conduzem-me, com a minha conivência, para o chamado «conto infantil». Gosto de escrever histórias para crianças. São histórias movidas pela força ilimitada da fantasia e, contudo, dão voz a dimensões fundamentais da vida. São uma forma de corresponder à avidez das crianças, de lhes alimentar a curiosidade leitora, de lhes abrir horizontes. Tenho várias histórias para crianças escritas e tenho esperança de as ver publicadas. Gostaria muito que assim fosse.

L&L – Já escreve segundo as regras do Acordo Ortográfico?

MAS – Ainda não.

L&L – Que opinião tem destes jovens escritores que vendem milhares de livros em poucos dias?

MAS – A minha opinião sobre um livro decorre da leitura que faço desse livro. E, daí, da sua própria valia enquanto criação literária. Não da idade do seu autor ou da sua fortuna comercial.

L&L – Qual o livro que está a ler neste momento?

MAS – Neste momento, estou, principalmente, a reler os Sinais de Fogo de Jorge de Sena, que serão objecto de discussão na próxima tertúlia da comunidade de leitores LERDOCELER, que coordeno. Em volta, há sempre outros passos por leituras várias… 

L&L – Acha que se consegue motivar um adulto para a leitura mesmo quando isso não aconteceu em criança?

MAS – O encontro feliz com um livro pode acontecer em qualquer idade e ser o momento fundador de uma identidade leitora.

L&L – De que modo?

MAS – Eu penso que a criação de um leitor não decorre tanto do forçar, do «impingir» livros, do condicionar pelos livros, mas do desenvolver de um certo imaginário, de um certo gosto, que, depois, encontra correspondência, encontra alimento na leitura. Eu acredito que é sobretudo isso que faz os leitores, o encontro desse tal imaginário, desse tal capital simbólico que todos temos, com as palavras de um livro. São frequentes, fáceis, óbvios, tais encontros? Não. A leitura chama a nossa subjectividade, mas também traz o mundo. E, portanto, a leitura, este processo de, enquanto nos vemos, vermos também outros mundos, é uma forma extraordinária da nossa construção, da nossa constituição como seres humanos, e é, por isso, importantíssima. Há, nos discursos sobre a leitura, uma palavra que eu considero perigosa e que é a palavra prazer. O prazer é uma coisa evanescente, é uma coisa volátil, é uma coisa que não tem um horizonte de construção, pelo contrário, até pode ser uma coisa muito intensa, mas que desgasta, que dá ressaca. Completamente diferente da leitura.

 

L&L – Que opinião tem do Plano Nacional de Leitura?

MAS – Sobre o PNL, penso que está a concretizar, no terreno, aquilo que é tema de tantas vozes e discursos: a importância de ler. Só se é leitor depois de ter lido. E, para ler, é necessário ter acesso aos livros, ao tal encontro feliz com o livro. O PNL está a criar as condições desse acesso e dessa efectivação da leitura.

L&L – Quais são os seus projectos futuros?

MAS – Trabalhar sempre no âmbito da escrita e da leitura.

 

 
ENERGIA POSITIVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Desenvolvimento Pessoal e Auto-Ajuda
Escrito por Isabel Ferreira   
Quinta, 11 Março 2010 10:06

Este parece ser o livro ideal para nos livrarmos dos problemas profissionais, do stress e de todas as pessoas que nos sugam a energia.

Através da Pergaminho, Judith Orloff ensina-nos a actuar face aos vampiros emocionais que nos podem cercar no nosso dia-a-dia. O livro é interessante. Associados à componente teórica, surge uma série de exercícios práticos que nos levam a encontrar o nosso caminho.

Pode ser aquele amigo que lhe vem falar dos seus problemas, aquele colega que não pára de se queixar ou aquele chefe que lhe faz exigências impossíveis. Pode até nem ser uma pessoa; pode ser um computador lento, uma fila de trânsito, uma reunião aborrecida…

Segundo a autora, parece que basta sabermos controlar a nossa potência emocional para transformarmos a energia negativa em positiva. Este livro apresenta um programa completo para transformar a fadiga, o stress e a ansiedade em vitalidade, força e amor.

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Judith Orloff

Energia Positiva

Pergaminho

 
ANTES DE SER FELIZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
GÉNERO - Romance Português
Escrito por João Baptista   
Quinta, 11 Março 2010 09:56

“O princípio possível começa na Figueira da Foz, uma cidade que é uma espécie de décor, guardiã de memórias de Verão e outras vivências. Um miúdo apaixona-se na idade em que os sentimentos são voláteis e sem importância. O objecto do seu amor é uma rapariga difícil, esquiva e perturbada”.

As palavras acima referidas servem de “rampa de motivação” para a leitura do novo livro de Patrícia Reis, “Antes de Ser Feliz”.

A escritora nasceu em 1970, começou a sua carreira jornalística em 1988 e, desde então, passando por vários projectos, foi levando até às letras a sua enorme capacidade de sonhar através da vida das suas personagens. É autora de obras como “Amor em Segunda Mão”, “Morde-te o Coração” e “No Silêncio de Deus”.

É estrondosa a capacidade com que Patrícia Reis nos conduz a cenários de pura analogia com o improvável, o irreal e o imaginário. Personagens que trilham rastos de ilusões, desejos despojados de crenças e uma vontade intrínseca de serem infinitamente felizes. Quase que, em jeito de síntese, se pode considerar esta obra como um grito de fé, recordações, memórias alegres, desejos soltos e, acima de tudo, de almas com uma grande beleza.

A novela “Antes de Ser Feliz”, editada pela Dom Quixote, foi apresentada por Inês Pedrosa no dia 20 de Fevereiro na Fnac do Chiado e já é um sucesso de vendas em todo o país.

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Patrícia Reis

Antes de Ser Feliz

Dom Quixote

 
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2ª feira, 15 Março 2010

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